quarta-feira, 16 de junho de 2010
Professor não aceita reajuste e ameaça com nova greve em MG
Fonte: Novo Jornal
Estudantes da rede estadual em Minas Gerais correm o risco de terem o ano letivo comprometido mais uma vez
O calendário escolar mal começou a ser reposto após 47 dias de greve - entre o início de abril e final de maio passado - e os estudantes da rede estadual em Minas correm o risco de terem o ano letivo comprometido mais uma vez. A proposta de uma nova greve geral será avaliada amanhã pelos professores. Às 14h, eles se reúnem em assembleia para decidir se aprovam ou não a nova política salarial da categoria anunciada pelo governo, anteontem. Entre as propostas, que deverão entrar em vigor no ano que vem, está a que altera o piso de R$ 935 para R$ 1.320 para uma jornada de 24 horas semanais.
"Todas as possibilidades existem, inclusive de uma nova greve. Vamos avaliar o que for mais estratégico e interessante para os professores. Mas também existe a esperança de dialogarmos com o governo e revermos essa proposta salarial, que desse jeito é inaceitável", disse a coordenadora do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE), Beatriz Cerqueira.
Segundo a sindicalista, o trabalho da comissão, criada após o fim da greve para elaborar a nova estrutura salarial para a categoria, não foi levado em consideração pelo governo.
Beatriz Cerqueira aponta três entraves na proposta: o aumento da jornada de trabalho de 24 para 30 horas semanais, o pagamento em parcela única do salário junto com as gratificações e a data de 1º de março de 2011 para a nova política salarial entrar em vigor.
"Não fizemos a greve para aumentarem nossa jornada, mas sim para termos um salário melhor. O governo está mudando a estrutura da carreira de professor para pior. Hoje, temos níveis de carreira. Quanto mais a pessoa estuda, mais tem que ser valorizado. Essa é a lógica da carreira, que o governo quer mudar. Não podemos chamar essa proposta de reajuste salarial. Ela muda a forma de remuneração, não oferecendo vantagens nem gratificações ao servidor".
O secretário-adjunto de Estado de Educação, João Filocre, que falou em nome do governo, disse que a proposta foi discutida com o sindicato nas seis reuniões da comissão. Filocre integrou o grupo de negociação. "Está tudo registrado em ata e não acreditamos em uma nova paralisação das aulas. Estamos tranquilos, pois as mudanças só vão beneficiar os professores e eles sabem disso. Não é obrigatório o aumento de horas de trabalho. Quem trabalhar mais ganhará mais". As informações são do jornal O TEMPO.
Postado por Noticias e Entretenimento às 10:40 0 comentários
Marcadores: Anastasia, Aécio, Greve Professores MG, PSDB, Serra
quinta-feira, 17 de junho de 2010
CAROLINA COUTINHO NO JORNAL "O TEMPO"
últimas notícias
Dia D
Professores têm dúvidas sobre proposta de reajuste
Governo garante ganho real e diz que benefícios serão incorporados
Publicado no Jornal O TEMPO em 17/06/2010
Carolina Coutinho
Greve. Professores do Estado cruzaram os braços por 47 dias; paralisação foi marcada por manifestações
Depois de reivindicar piso salarial de R$ 1.312,85 e receber a proposta no valor de R$ 1.320 - R$ 7,25 a mais que o pedido -, professores da rede estadual de ensino ainda demonstram resistência em aceitar o aumento oferecido pelo governo de Minas. O medo, dizem, é o de perder gratificações adquiridas ao longo do tempo de serviço.
A categoria, que atualmente tem piso de R$ 935 mensais, se reúne em assembleia hoje, às 14h, no pátio da Assembleia Legislativa, no bairro Santo Agostinho, região Centro-Sul da capital, para discutir a proposta do governo e se posicionar sobre ela. Por causa da reunião, as aulas estão suspensas em diversas escolas estaduais.
O Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE-MG) diz ser contrário à oferta, sob o argumento de perda de gratificações dos servidores. Por outro lado, muitos professores afirmam não ter entendido ainda a mudança na forma como os salários serão pagos. A dúvida mais frequente é em relação ao formato de remuneração em parcela única, o subsídio.
"Esperava maior clareza do governo de como vai funcionar esse subsídio. Ouvi dizer que vamos perder as gratificações, mas não sei ao certo. O que sei é que para o professor que está ingressando agora o ganho é certo. Eu já fiz os cálculos e vi que também vou ter aumento real", disse o professor de matemática da Escola Estadual Cezário Alvim, Tiago Dias.
O subsecretário da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão, Frederico Melo, explicou que, com a mudança, as gratificações serão incorporadas ao vencimento básico e acrescidas ainda do aumento real. Isso quer dizer que nenhum servidor ficará sem receber aumento real e nem deixar de ter as gratificações somadas ao vencimento básico.
"Hoje o servidor tem um vencimento básico e uma série de gratificações que incidem sobre esse vencimento. As gratificações são pagas até que o salário do professor alcance R$ 935. Criando essa tabela nova de subsídio, o vencimento básico é acrescido das gratificações, mais o percentual de aumento, que individualmente será dado para cada servidor", explicou.
Greve é uma das opções da categoria
Alunos, pais, parte dos professores e o governo de Minas temem que o desfecho da assembleia de hoje seja o anúncio de uma nova greve. A coordenadora geral do Sind-UTE, Beatriz Cerqueira, afirmou que não está satisfeita com a proposta e que pode mobilizar a categoria para uma medida mais radical.
O professor Adilson dos Santos, da Escola Estadual Sebastião Ribeiro de Brito, em Caeté, disse que participará da assembleia para entender a proposta, mas não quer a greve. (CCo)
Comentários
17/06/2010 - 14h31
hercules
BH
Parece-me que os professores não sabem nada da proposta e os petistas estão fazendo política partidária e não querem que ninguém saiba se a proposta é boa ou ruim. O que está claro para a população é que o valor sugerido pelo governo é maior que o pedido pelos professores.
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17/06/2010 - 13h46
Professor
Vale do aço
E o professor que tem dois cargos no estado? Com o aumento da carga horária ele pode levar uma barraca para escola. Não houve aumento de salário a proposta real foi aumento de carga horária, e então, é proporcional e lógico.Trabalho mais e ganho mais uma pouco na ajuda de custo, trabalho menos e ganho menos. Já pensou se a moda pega e chega também aos políticos?
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17/06/2010 - 13h32
educação
Belo Horizonte
E brincadeira viu anastasia nao sabe calcular nem o imposto de renda dele ainda mais o salario nosso.
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17/06/2010 - 13h25
ALBERICO MARQUES GARCIA
Passos
BOA TARDE EDUCADORES MINEIROS. INCRÍVEL, COMO AGORA, TODOS QUEREM ENGROSSAR A FILA DOS "CONTRA A EDUCAÇÃO". COM TODO RESPEITO,ESTE JORNAL TEM NOS DADO ESPAÇO, PORÉM CONTINUA A AFIRMAR EM TEXTO JORNALÍSTICO QUE TEMOS PISO DE R$935,00 E QUE O GOVERNO AJUSTOU O NOSSO SALÁRIO DE R$1312,00 PARA R$1320,00. CAROS SENHORES JORNALISTAS, DE ONDE SAIU ESTA INFORMAÇÃO? ISTO ME FAZ PENSAR QUE O ANASTASIA REALMENTE ESTÁ "CRESCENDO" NO ESTADO, INCLUSIVE NA IMPRENSA. PIOR, COM RESPEITO, TEM COLEGAS FAZENDO CONTA SE É MELHOR TER AUMENTO DE R$50,00 OU R$60,00? MEUS COLEGAS OS SENHORES SÃO MESMO PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO?
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17/06/2010 - 13h14
Professora Minas
Minas Gerais
Seria bom usar essa matemática para fazer o mesmo com o salário dos políticos, dos nossos deputados... Aíás com a proposta nem temos muito que preocupar porque ela é para 2011. Quem estará no governo em 2011? Precisamos de aumento hoje. A proposta do Anastasia é absurda.
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17/06/2010 - 13h09
Maria
Ipatinga
O que esse Anastasia pensa? Que somos o quê? Ora, mentir desta forma, só mesmo uma pessoa sem condições de governar. Quem recebe um piso de R$935 reais?. Ele quer dizer então que errou nos nossos contra-cheques? Infelizmente, a vida real é bem mais cara e os contra-cheques mostram que o salário de um professor pós-graduado é de um piso de R$660,00. Quem fala a verdade? Quem será? Ou então os contra-cheques são fantasmas. Espere outubro de 2010, Sr ANASTASIA. Aí a surpresa será para você, que se faz de bonzinho para o povo mineiro. Mas o povo não é bobo. Nem nossos alunos que estão do nosso lado e sabem que a culpa da greve é do governo de Minas, que sucateia a Educação e mente descaradamente.
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17/06/2010 - 13h07
Professora Minas
Minas Gerais
É Anastasia, pensou que os números fosse nos surpreender. Se a proposta fosse tão boa, você teria mostrado para o sindicato primeiro. Ninguém acredita nisso. Se tirar nossas vantagens vai congelar nossos salários e aí sim, estamos na rua da amargura.
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17/06/2010 - 12h45
Professor Mineiro
BH
Na proposta de Anastasia só podemos acreditar em uma coisa: o aumento da carga horária. QUE FEIO HEIN ANASTASIA!
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17/06/2010 - 12h41
Ana
BH
Não podemos aceitar proposta rídicula. Ninguém sabe o que passamos na escola. Somos pais, irmãos, professores, amigos, psicólogos, padres (ouvimos confissão), psiquiatra, policiais (separamos brigas), "apagamos incêndio" (confusão), constantemente, e isso só vê quem passa o dia todo na escola. É muito fácil sentar atrás de uma mesa, trabalhar com dados, gráficos, trabalhar em cima de resultados e ditar as normas e salários. Tem sala de aula que só os professores mesmo para entrar lá e dar conta do recado. Contudo, ainda somos incentivados pelos alunos para abandonar a profissão. Uma aluna me disse: "_ É fessora se a senhora for trabalhar de garçonete a senhora ganha mais. Eu ganho R$ 80,00 por noite, em um evento que às vezes acaba até cedo. A senhora é doida de suportar tudo isso para ganhar esse salário."
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17/06/2010 - 12h27
Professor Mineiro
BH
Quando Anastasia fizer qualquer propaganda em relação á educação todos dirão: ISTO É INACREDITÁVEL..., pois na verdade não cumpriu com nenhuma até hoje.
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17/06/2010 - 12h10
Professor Mineiro
BH
O que este Anastasia faz é covardia. Ele quer é arrebentar com os servidores. Não podemos aceitar estas coisas. ISTO É IMPERDOÁVEL. Ele está se revelando a cada dia mais. Está ficando mais conhecido da pior forma, pelas atrocidades que vem fazendo e propondo as servidroes públicos e principalmente aos da educação. Temos que protestar e votar contra este ditador, que não negocia, não conversa, apenas impõem e ainda faz propagandas enganosas, tentando enganar à classe de servidores e à sociedade. Vamos jogar as máscaras deste Anastasia por terra. Anastasia está na verdade é pedindo voto para Hélio Costa.
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Professora Minas
Minas
É professor, com essas atitudes o governo está mesmo é pedindo voto para o Hélio Costa, e pedindo a muito professores, amigos e parentes de professores, pais e alunos de uma só vez.
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17/06/2010 - 14h15
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17/06/2010 - 12h04
Professor Mineiro
BH
Na verdade Anastasia está apenas revelando o que ele pretende fazer com o servidor público com uma eventual reeleição. O aumento fictício é apenas uma forma de enganar o eleitor, pois na verdade o que ele quer é aumentar a carga horária de trabalho do professor e ainda tirar os direitos adquiridos, os biênios e quinquênios. Isto não é favor, é lei, é direito adquirido. Ele já está fraudando a lei por não pagar o piso que é lei nacional. Mais uma vez ele quer buralr a lei tirando os direitos dos servidores. Parece que ele quer mesmo é acabar com aeducação. O aumento que ele propõe é contraditório, pois 24,5% sobre R$550,00 só pode elevar o salário para R$685,00 e não para R$1320,00 como dizem as enganosas propagandas de Anastasia que já estão causando azia.
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Professora Ipatinga
Ipatinga
Professor Mineiro, É por essas e outras que você disse que quanto mais o Anastasia é conhecido mais ele cai nas pesquisas. A situação dele era melhor quando ele não era conhecido. A proposta dele é absurda. Sua matemática é ótima. Gosto de ver seu raciocínio. Vai para o governo, professor, dê uma mão lá. Mas não se esqueça de nós. OK!
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17/06/2010 - 12h52
Professor Mineiro
BH
Olha professora de Ipatinga esta é a matemática que aprendi até o ensino médio e Anastasia não sabe fazer esta conta mesmo sendo DESgovernador é por isso que ele é mesmo PéSsimoDB.
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17/06/2010 - 13h10
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17/06/2010 - 12h02
Paulo Eduardo Silva
Espera Feliz
Senhor professor, quando esse governo escreve parcela única e subsídio deveriamos procurar no dicionário o que isso significa, pois, muitos ainda não conseguem definir essas palavras.
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17/06/2010 - 11h49
Ana
BH
Queridos colegas, a única coisa que nos ajuda um pouco são as vantagens. Se o governo incorporá-las,acabou. Quem garante que ele será o futuro governador? Espero que seja outro.E quem garante que ele corrigirá nosso salário? Nós não temos nada, não temos fundo de garantia, nada. Trabalhamos a vida toda e saimos com uma mão na frente e outra atrás. Pense bem, pessoal! A proposta é eleitoreira. Quando a oferta é demais você pode desconfiar do santo. Ainda mais quando o santo é político. Como disse a internauta Silvana , ele está dando uma rasteira legal.
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Professor Mineiro
BH
Ana na verdade ele quer é aumentar a carga horária do professor sem dar nenhum aumento para a classe. ISTO É ILEGAL. Se a proposta fosse boa pelos oito anos que eles estão lá já teria divulgado a muito tempo e já teria dado o aumento, pois isto sim dar voto. Oferecer aumento para 2011 e ainda de forma tão confusa é promessa eleitoreira e um verdadeiro faz de conta. Penso que estamos em um momento em que ou a sociedade toda proteste junto com a categoria ou a educação vai acabar de vez e todos nós (sociedade em geral) sofrerão as duras onsequências deste DITADOR DESGOVERNO que se instalou em minas. Os tucanos são bons de promessas e PéSimosDB em cumprir. Como ficam oito anos e ainda tem a coragem de oferecer aumento para depois do pelito. Esta é uma forma ARCAICA de fazer campanha, já saímos do coronelismo e portanto não podemos aceitar estas políticas demagógicas.
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17/06/2010 - 12h20
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Dia D
Professores têm dúvidas sobre proposta de reajuste
Governo garante ganho real e diz que benefícios serão incorporados
Publicado no Jornal O TEMPO em 17/06/2010
Carolina Coutinho
Greve. Professores do Estado cruzaram os braços por 47 dias; paralisação foi marcada por manifestações
Depois de reivindicar piso salarial de R$ 1.312,85 e receber a proposta no valor de R$ 1.320 - R$ 7,25 a mais que o pedido -, professores da rede estadual de ensino ainda demonstram resistência em aceitar o aumento oferecido pelo governo de Minas. O medo, dizem, é o de perder gratificações adquiridas ao longo do tempo de serviço.
A categoria, que atualmente tem piso de R$ 935 mensais, se reúne em assembleia hoje, às 14h, no pátio da Assembleia Legislativa, no bairro Santo Agostinho, região Centro-Sul da capital, para discutir a proposta do governo e se posicionar sobre ela. Por causa da reunião, as aulas estão suspensas em diversas escolas estaduais.
O Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE-MG) diz ser contrário à oferta, sob o argumento de perda de gratificações dos servidores. Por outro lado, muitos professores afirmam não ter entendido ainda a mudança na forma como os salários serão pagos. A dúvida mais frequente é em relação ao formato de remuneração em parcela única, o subsídio.
"Esperava maior clareza do governo de como vai funcionar esse subsídio. Ouvi dizer que vamos perder as gratificações, mas não sei ao certo. O que sei é que para o professor que está ingressando agora o ganho é certo. Eu já fiz os cálculos e vi que também vou ter aumento real", disse o professor de matemática da Escola Estadual Cezário Alvim, Tiago Dias.
O subsecretário da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão, Frederico Melo, explicou que, com a mudança, as gratificações serão incorporadas ao vencimento básico e acrescidas ainda do aumento real. Isso quer dizer que nenhum servidor ficará sem receber aumento real e nem deixar de ter as gratificações somadas ao vencimento básico.
"Hoje o servidor tem um vencimento básico e uma série de gratificações que incidem sobre esse vencimento. As gratificações são pagas até que o salário do professor alcance R$ 935. Criando essa tabela nova de subsídio, o vencimento básico é acrescido das gratificações, mais o percentual de aumento, que individualmente será dado para cada servidor", explicou.
Greve é uma das opções da categoria
Alunos, pais, parte dos professores e o governo de Minas temem que o desfecho da assembleia de hoje seja o anúncio de uma nova greve. A coordenadora geral do Sind-UTE, Beatriz Cerqueira, afirmou que não está satisfeita com a proposta e que pode mobilizar a categoria para uma medida mais radical.
O professor Adilson dos Santos, da Escola Estadual Sebastião Ribeiro de Brito, em Caeté, disse que participará da assembleia para entender a proposta, mas não quer a greve. (CCo)
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17/06/2010 - 14h31
hercules
BH
Parece-me que os professores não sabem nada da proposta e os petistas estão fazendo política partidária e não querem que ninguém saiba se a proposta é boa ou ruim. O que está claro para a população é que o valor sugerido pelo governo é maior que o pedido pelos professores.
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17/06/2010 - 13h46
Professor
Vale do aço
E o professor que tem dois cargos no estado? Com o aumento da carga horária ele pode levar uma barraca para escola. Não houve aumento de salário a proposta real foi aumento de carga horária, e então, é proporcional e lógico.Trabalho mais e ganho mais uma pouco na ajuda de custo, trabalho menos e ganho menos. Já pensou se a moda pega e chega também aos políticos?
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17/06/2010 - 13h32
educação
Belo Horizonte
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17/06/2010 - 13h25
ALBERICO MARQUES GARCIA
Passos
BOA TARDE EDUCADORES MINEIROS. INCRÍVEL, COMO AGORA, TODOS QUEREM ENGROSSAR A FILA DOS "CONTRA A EDUCAÇÃO". COM TODO RESPEITO,ESTE JORNAL TEM NOS DADO ESPAÇO, PORÉM CONTINUA A AFIRMAR EM TEXTO JORNALÍSTICO QUE TEMOS PISO DE R$935,00 E QUE O GOVERNO AJUSTOU O NOSSO SALÁRIO DE R$1312,00 PARA R$1320,00. CAROS SENHORES JORNALISTAS, DE ONDE SAIU ESTA INFORMAÇÃO? ISTO ME FAZ PENSAR QUE O ANASTASIA REALMENTE ESTÁ "CRESCENDO" NO ESTADO, INCLUSIVE NA IMPRENSA. PIOR, COM RESPEITO, TEM COLEGAS FAZENDO CONTA SE É MELHOR TER AUMENTO DE R$50,00 OU R$60,00? MEUS COLEGAS OS SENHORES SÃO MESMO PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO?
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17/06/2010 - 13h14
Professora Minas
Minas Gerais
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17/06/2010 - 13h09
Maria
Ipatinga
O que esse Anastasia pensa? Que somos o quê? Ora, mentir desta forma, só mesmo uma pessoa sem condições de governar. Quem recebe um piso de R$935 reais?. Ele quer dizer então que errou nos nossos contra-cheques? Infelizmente, a vida real é bem mais cara e os contra-cheques mostram que o salário de um professor pós-graduado é de um piso de R$660,00. Quem fala a verdade? Quem será? Ou então os contra-cheques são fantasmas. Espere outubro de 2010, Sr ANASTASIA. Aí a surpresa será para você, que se faz de bonzinho para o povo mineiro. Mas o povo não é bobo. Nem nossos alunos que estão do nosso lado e sabem que a culpa da greve é do governo de Minas, que sucateia a Educação e mente descaradamente.
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17/06/2010 - 13h07
Professora Minas
Minas Gerais
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17/06/2010 - 12h45
Professor Mineiro
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17/06/2010 - 12h41
Ana
BH
Não podemos aceitar proposta rídicula. Ninguém sabe o que passamos na escola. Somos pais, irmãos, professores, amigos, psicólogos, padres (ouvimos confissão), psiquiatra, policiais (separamos brigas), "apagamos incêndio" (confusão), constantemente, e isso só vê quem passa o dia todo na escola. É muito fácil sentar atrás de uma mesa, trabalhar com dados, gráficos, trabalhar em cima de resultados e ditar as normas e salários. Tem sala de aula que só os professores mesmo para entrar lá e dar conta do recado. Contudo, ainda somos incentivados pelos alunos para abandonar a profissão. Uma aluna me disse: "_ É fessora se a senhora for trabalhar de garçonete a senhora ganha mais. Eu ganho R$ 80,00 por noite, em um evento que às vezes acaba até cedo. A senhora é doida de suportar tudo isso para ganhar esse salário."
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17/06/2010 - 12h27
Professor Mineiro
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17/06/2010 - 12h10
Professor Mineiro
BH
O que este Anastasia faz é covardia. Ele quer é arrebentar com os servidores. Não podemos aceitar estas coisas. ISTO É IMPERDOÁVEL. Ele está se revelando a cada dia mais. Está ficando mais conhecido da pior forma, pelas atrocidades que vem fazendo e propondo as servidroes públicos e principalmente aos da educação. Temos que protestar e votar contra este ditador, que não negocia, não conversa, apenas impõem e ainda faz propagandas enganosas, tentando enganar à classe de servidores e à sociedade. Vamos jogar as máscaras deste Anastasia por terra. Anastasia está na verdade é pedindo voto para Hélio Costa.
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Minas
É professor, com essas atitudes o governo está mesmo é pedindo voto para o Hélio Costa, e pedindo a muito professores, amigos e parentes de professores, pais e alunos de uma só vez.
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17/06/2010 - 14h15
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17/06/2010 - 12h04
Professor Mineiro
BH
Na verdade Anastasia está apenas revelando o que ele pretende fazer com o servidor público com uma eventual reeleição. O aumento fictício é apenas uma forma de enganar o eleitor, pois na verdade o que ele quer é aumentar a carga horária de trabalho do professor e ainda tirar os direitos adquiridos, os biênios e quinquênios. Isto não é favor, é lei, é direito adquirido. Ele já está fraudando a lei por não pagar o piso que é lei nacional. Mais uma vez ele quer buralr a lei tirando os direitos dos servidores. Parece que ele quer mesmo é acabar com aeducação. O aumento que ele propõe é contraditório, pois 24,5% sobre R$550,00 só pode elevar o salário para R$685,00 e não para R$1320,00 como dizem as enganosas propagandas de Anastasia que já estão causando azia.
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Ipatinga
Professor Mineiro, É por essas e outras que você disse que quanto mais o Anastasia é conhecido mais ele cai nas pesquisas. A situação dele era melhor quando ele não era conhecido. A proposta dele é absurda. Sua matemática é ótima. Gosto de ver seu raciocínio. Vai para o governo, professor, dê uma mão lá. Mas não se esqueça de nós. OK!
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17/06/2010 - 12h52
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Olha professora de Ipatinga esta é a matemática que aprendi até o ensino médio e Anastasia não sabe fazer esta conta mesmo sendo DESgovernador é por isso que ele é mesmo PéSsimoDB.
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17/06/2010 - 12h02
Paulo Eduardo Silva
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Senhor professor, quando esse governo escreve parcela única e subsídio deveriamos procurar no dicionário o que isso significa, pois, muitos ainda não conseguem definir essas palavras.
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17/06/2010 - 11h49
Ana
BH
Queridos colegas, a única coisa que nos ajuda um pouco são as vantagens. Se o governo incorporá-las,acabou. Quem garante que ele será o futuro governador? Espero que seja outro.E quem garante que ele corrigirá nosso salário? Nós não temos nada, não temos fundo de garantia, nada. Trabalhamos a vida toda e saimos com uma mão na frente e outra atrás. Pense bem, pessoal! A proposta é eleitoreira. Quando a oferta é demais você pode desconfiar do santo. Ainda mais quando o santo é político. Como disse a internauta Silvana , ele está dando uma rasteira legal.
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Ana na verdade ele quer é aumentar a carga horária do professor sem dar nenhum aumento para a classe. ISTO É ILEGAL. Se a proposta fosse boa pelos oito anos que eles estão lá já teria divulgado a muito tempo e já teria dado o aumento, pois isto sim dar voto. Oferecer aumento para 2011 e ainda de forma tão confusa é promessa eleitoreira e um verdadeiro faz de conta. Penso que estamos em um momento em que ou a sociedade toda proteste junto com a categoria ou a educação vai acabar de vez e todos nós (sociedade em geral) sofrerão as duras onsequências deste DITADOR DESGOVERNO que se instalou em minas. Os tucanos são bons de promessas e PéSimosDB em cumprir. Como ficam oito anos e ainda tem a coragem de oferecer aumento para depois do pelito. Esta é uma forma ARCAICA de fazer campanha, já saímos do coronelismo e portanto não podemos aceitar estas políticas demagógicas.
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17/06/2010 - 12h20
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MARLY GRIBEL: GREVE EM MG: VÉSPERA DA ASSEMBLEIA ESTADUAL
GOSTEI DO TEXTO DA MARLY, A OPINIÃO DELA DESCREVE OS SENTIMENTOS DE MUITOS EDUCADORES DE MG
POLÍTICA
greve em MG : véspera da Assembléia estadual
MINEIROS::alunos, pais, educadores, estamos às vésperas de uma Nova Assembléia Estadual, com uma proposta de aumento salarial para março de 2011. Aguardamos durante 20 dias com muita ansiedade o desfecho da comissão formada após a suspensão da greve e fomos surpreendidos mais uma vez pela postura ditatorial do governo que desrespeitando todas as regras do pacto pré-estabelecido anuncia no Palácio da Liberdade o projeto de reestruturação dos salários e carreiras na Educação, sem ao menos consultar a parte mais interessada do pacto: os educadores mineiros. Na última hora valeu o Despotismo. A diretora do Sind-UTE soube da proposta, pelo repórter Benny, enquanto aguardava na ante sala do gabinete da secretaria de Educação. Oculto no seu castelo, o imperador Anastasia anuncia na mídia o seu pacotinho de surpresas ( o presente de grego) e ao mesmo tempo, numa jogada de mestre, disponibiliza na Televisão nota com os informes sobre a nova política salarial e na internet , o contracheque( folha suplementar) com o restolho arrancado dos nossos míseros salários , mas ainda bem guardados nos cofres do governo, nunca dinâmica que mais parece um jogo de xadrez. O imperador prepara-se para dar o xeque-mate. Lamentável, confiamos mais uma vez as nossas vidas, as nossas carreiras, o destino da educação mineira nestes 20 dias nas mãos de dois falastrões excêntricos - Aécio/Anastasia. Já dizia Jesus: não se pode confiar pérolas aos porcos... Encastelados na faraônica cidade administrativa eles mais uma vez desrespeitaram normas simples de convivência, comprovando que desconhecem a súmula máxima característica dos mineiros: a lisura ao pactuar. Fechados ao diálogo, arrogantes, agiram como se não estivessem a serviço da coisa e da causa pública. Esqueceram da Constituição: querendo ou não eles estão inseridos na República: do latim, Res publica, ”coisa pública”, forma de organização do poder definida pelos romanos após a exclusão dos reis. Na República democrática a ordem política nasce de baixo, mesmo em meio de dissessões. Infelizmente o que estamos presenciando em Minas é exatamente o contrário, tem partido de cima para baixo, ou seja, o povo não é o partícipe principal dos poderes do Estado . Esqueceram que estão no poder por um certo tempo; espero que por muito pouco tempo. Após o governo mineiro propor comissão paritária para negociar com os educadores e aparentemente se reunir com os representantes dos servidores, na última hora surpreendeu a categoria com uma proposta governamental que não passou pela comissão. Educadores mineiros estamos a um passo do xeque-mate, mas ainda nos resta um último lance: a resposta nas urnas.
Autor:
marly gribel gribel
POLÍTICA
greve em MG : véspera da Assembléia estadual
MINEIROS::alunos, pais, educadores, estamos às vésperas de uma Nova Assembléia Estadual, com uma proposta de aumento salarial para março de 2011. Aguardamos durante 20 dias com muita ansiedade o desfecho da comissão formada após a suspensão da greve e fomos surpreendidos mais uma vez pela postura ditatorial do governo que desrespeitando todas as regras do pacto pré-estabelecido anuncia no Palácio da Liberdade o projeto de reestruturação dos salários e carreiras na Educação, sem ao menos consultar a parte mais interessada do pacto: os educadores mineiros. Na última hora valeu o Despotismo. A diretora do Sind-UTE soube da proposta, pelo repórter Benny, enquanto aguardava na ante sala do gabinete da secretaria de Educação. Oculto no seu castelo, o imperador Anastasia anuncia na mídia o seu pacotinho de surpresas ( o presente de grego) e ao mesmo tempo, numa jogada de mestre, disponibiliza na Televisão nota com os informes sobre a nova política salarial e na internet , o contracheque( folha suplementar) com o restolho arrancado dos nossos míseros salários , mas ainda bem guardados nos cofres do governo, nunca dinâmica que mais parece um jogo de xadrez. O imperador prepara-se para dar o xeque-mate. Lamentável, confiamos mais uma vez as nossas vidas, as nossas carreiras, o destino da educação mineira nestes 20 dias nas mãos de dois falastrões excêntricos - Aécio/Anastasia. Já dizia Jesus: não se pode confiar pérolas aos porcos... Encastelados na faraônica cidade administrativa eles mais uma vez desrespeitaram normas simples de convivência, comprovando que desconhecem a súmula máxima característica dos mineiros: a lisura ao pactuar. Fechados ao diálogo, arrogantes, agiram como se não estivessem a serviço da coisa e da causa pública. Esqueceram da Constituição: querendo ou não eles estão inseridos na República: do latim, Res publica, ”coisa pública”, forma de organização do poder definida pelos romanos após a exclusão dos reis. Na República democrática a ordem política nasce de baixo, mesmo em meio de dissessões. Infelizmente o que estamos presenciando em Minas é exatamente o contrário, tem partido de cima para baixo, ou seja, o povo não é o partícipe principal dos poderes do Estado . Esqueceram que estão no poder por um certo tempo; espero que por muito pouco tempo. Após o governo mineiro propor comissão paritária para negociar com os educadores e aparentemente se reunir com os representantes dos servidores, na última hora surpreendeu a categoria com uma proposta governamental que não passou pela comissão. Educadores mineiros estamos a um passo do xeque-mate, mas ainda nos resta um último lance: a resposta nas urnas.
Autor:
marly gribel gribel
BLOG DO EULER: ELE SOMENTE APOIA A PROPOSTA SALARIAL DO GOVERNO SE...
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Assembléia do dia 17 de junho discutirá rumos da nossa luta
A assembléia estadual de amanhã, dia 17, às 14h, no pátio da ALMG discutirá os rumos da luta dos educadores de Minas. Na pauta da discussão, a proposta do governo de reestruturação das carreiras com novas tabelas salariais.
A apresentação da proposta, pelo governo, passou por cima dos trabalhos que a comissão paritária sind-UTE / Governo vinha realizando há 20 dias, conforme acordado entre as partes como condição para suspensão da histórica greve de 47 dias dos educadores de Minas Gerais.
Faltando um dia para o encerramento dos trabalhos do grupo de trabalho governo / sindicato, o governador de estado anunciou através da mídia a nova proposta do governo, sem ter submetido tal proposta à discussão e aprovação da comissão de negociação.
Em face dessa realidade, o sind-UTE divulgou nota de protesto e criticou partes do conteúdo da proposta do governo. De acordo com as declarações da coordenadora do sindicato, Beatriz Cerqueira, a proposta do governo põe fim às gratificações conquistadas ao longo dos anos, retrocede na mudança de nível e de grau, aumenta a jornada de trabalho para 30 horas e prevê o pagamento das novas tabelas somente em março de 2011, o que é inadmissível, segundo Beatriz.
A proposta do governo pretende substituir a política remuneratória atual, baseada em vencimento básico e gratificações, por um subsídio único, livre de gratificações.
Várias análises de colegas da educação argumentam que a proposta é boa para os novos servidores, mas ao cortar direitos adquiridos pelos antigos servidores estará provocando perdas salariais ao longo dos anos.
O governo, por sua vez, diz que a proposta procura eliminar as distorções existentes nas carreiras, especialmente na dos professores, em função dos diferentes tipos de gratificações para os servidores antigos e novos. Argumenta ainda o governo que todas as gratificações foram incorporadas nas novas tabelas.
O nosso blog defende as seguintes alterações:
1) implantação de novas tabelas salariais para no máximo em setembro deste ano de 2010, para que sejam pagas no quinto dia útil de outubro, garantindo assim a sua manutenção no próximo governo e diminuindo as perdas dos últimos 10 anos;
2) aumento do percentual de mudança de nível de 10% para 15% e de 2,5% para 3% para a mudança de grau (a cada dois anos). Isso preservará o mesmo percentual da troca de quinquenio/biênio pelos mecanismos de evolução na nova carreira. Na mudança de nível, concluído o tempo necessário, todo servidor terá direito a um (ou mais de um, até atingir resultado satisfatório) exame de certificação para conquistar um nível acima, tenha ou não a titulação requerida;
3) nenhuma perda salarial pode ser admitida. Além de assegurar o posicionamento dos servidores de acordo com o tempo de serviço, independentemente dos interstícios, devem ser mantidos pelo menos os quinquênios dos servidores. Assim, a título de exemplo, um professor com 20 anos de casa e quatro quinquênios, que tiver licenciatura plena, para uma jornada de 24 horas, seria posicionado no Nível IJ e receberia R$ 1.648,00 + 40% dos quinquênios = R$ 2.307,00 por um cargo. Se optar por 30 horas: R$ 2.060,00 + 40% = R$ 2.884,00 para um cargo. E assim sucessivamente.
4) garantia em lei de reajuste salarial anual com o maior índice de correção inflacionária do mercado, afim de manter o poder de compra dos salários;
5) aplicar a mesma regra do item 3 para os profissionais aposentados, considerando o tempo de trabalho prestado, a habilitação e outras gratificações que por ventura conquistaram ao longo dos anos de trabalho;
6) o posicionamento dos novos servidores deve levar em conta o tempo de efetivo serviço prestado, incluindo o estágio probatório e o tempo de designação, caso exista, independentemente de qualquer interstício;
7) as tabelas salariais, implantadas e pagas ainda este ano, conforme prevê o item 1, serão reajustadas em janeiro de 2011, e anualmente no mês de janeiro, de acordo com o item 4;
8) a jornada de trabalho de 30 horas (20 h.a e 10 horas extraclasse) será opcional, sem qualquer prioridade de extensão de aulas;
Com estas alterações, o blog apóia a proposta do governo. O que vocês acharam?
Assembléia do dia 17 de junho discutirá rumos da nossa luta
A assembléia estadual de amanhã, dia 17, às 14h, no pátio da ALMG discutirá os rumos da luta dos educadores de Minas. Na pauta da discussão, a proposta do governo de reestruturação das carreiras com novas tabelas salariais.
A apresentação da proposta, pelo governo, passou por cima dos trabalhos que a comissão paritária sind-UTE / Governo vinha realizando há 20 dias, conforme acordado entre as partes como condição para suspensão da histórica greve de 47 dias dos educadores de Minas Gerais.
Faltando um dia para o encerramento dos trabalhos do grupo de trabalho governo / sindicato, o governador de estado anunciou através da mídia a nova proposta do governo, sem ter submetido tal proposta à discussão e aprovação da comissão de negociação.
Em face dessa realidade, o sind-UTE divulgou nota de protesto e criticou partes do conteúdo da proposta do governo. De acordo com as declarações da coordenadora do sindicato, Beatriz Cerqueira, a proposta do governo põe fim às gratificações conquistadas ao longo dos anos, retrocede na mudança de nível e de grau, aumenta a jornada de trabalho para 30 horas e prevê o pagamento das novas tabelas somente em março de 2011, o que é inadmissível, segundo Beatriz.
A proposta do governo pretende substituir a política remuneratória atual, baseada em vencimento básico e gratificações, por um subsídio único, livre de gratificações.
Várias análises de colegas da educação argumentam que a proposta é boa para os novos servidores, mas ao cortar direitos adquiridos pelos antigos servidores estará provocando perdas salariais ao longo dos anos.
O governo, por sua vez, diz que a proposta procura eliminar as distorções existentes nas carreiras, especialmente na dos professores, em função dos diferentes tipos de gratificações para os servidores antigos e novos. Argumenta ainda o governo que todas as gratificações foram incorporadas nas novas tabelas.
O nosso blog defende as seguintes alterações:
1) implantação de novas tabelas salariais para no máximo em setembro deste ano de 2010, para que sejam pagas no quinto dia útil de outubro, garantindo assim a sua manutenção no próximo governo e diminuindo as perdas dos últimos 10 anos;
2) aumento do percentual de mudança de nível de 10% para 15% e de 2,5% para 3% para a mudança de grau (a cada dois anos). Isso preservará o mesmo percentual da troca de quinquenio/biênio pelos mecanismos de evolução na nova carreira. Na mudança de nível, concluído o tempo necessário, todo servidor terá direito a um (ou mais de um, até atingir resultado satisfatório) exame de certificação para conquistar um nível acima, tenha ou não a titulação requerida;
3) nenhuma perda salarial pode ser admitida. Além de assegurar o posicionamento dos servidores de acordo com o tempo de serviço, independentemente dos interstícios, devem ser mantidos pelo menos os quinquênios dos servidores. Assim, a título de exemplo, um professor com 20 anos de casa e quatro quinquênios, que tiver licenciatura plena, para uma jornada de 24 horas, seria posicionado no Nível IJ e receberia R$ 1.648,00 + 40% dos quinquênios = R$ 2.307,00 por um cargo. Se optar por 30 horas: R$ 2.060,00 + 40% = R$ 2.884,00 para um cargo. E assim sucessivamente.
4) garantia em lei de reajuste salarial anual com o maior índice de correção inflacionária do mercado, afim de manter o poder de compra dos salários;
5) aplicar a mesma regra do item 3 para os profissionais aposentados, considerando o tempo de trabalho prestado, a habilitação e outras gratificações que por ventura conquistaram ao longo dos anos de trabalho;
6) o posicionamento dos novos servidores deve levar em conta o tempo de efetivo serviço prestado, incluindo o estágio probatório e o tempo de designação, caso exista, independentemente de qualquer interstício;
7) as tabelas salariais, implantadas e pagas ainda este ano, conforme prevê o item 1, serão reajustadas em janeiro de 2011, e anualmente no mês de janeiro, de acordo com o item 4;
8) a jornada de trabalho de 30 horas (20 h.a e 10 horas extraclasse) será opcional, sem qualquer prioridade de extensão de aulas;
Com estas alterações, o blog apóia a proposta do governo. O que vocês acharam?
quarta-feira, 16 de junho de 2010
"O QUE SERÁ QUE SERÁ?"APÓS PROPOSTA DO GOVERNO DE MG EM RELAÇÃO À EDUCAÇÃO, ASSEMBLEIA DISCUTIRÁ A QUESTÃO
"O QUE SERÁ QUE SERÁ?"
O QUE ACONTECERÁ AMANHÃ EM B.H, NA ASSEMBLEIA???
É TENSA A SITUAÇÃO.
COMO O SIND-UTE/MG CONDUZIRÁ A ASSEMBLEIA?
QUAIS SERÃO AS PROPOSTAS?
COMO A CLASSE REAGIRÁ?
VALERÁ À PENA UM RETROCESSO E FAZER GREVE NOVAMENTE?
CASO A CLASSE VOTE PELA GREVE,SERÁ GREVE ATÉ INÍCIO DE JUNHO?
VALERÁ FAZER GREVE MAIS ALGUNS DIAS APENAS?
CASO HAJA NOVA GREVE NÃO SERIA MELHOR FAZÊ-LA ATÉ DEZEMBRO?
"O QUE SERÁ QUE SERÁ?"
O QUE É:
CATEGORIA ENGANADA.
SINDI-UTE/MG DESRESPEITADO.
PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO DESVALORIZADOS EM TODOS OS SEUS ANOS DEDICADOS À EDUCAÇÃO, PERDENDO (COM A NOVA PROPOSTA)TUDO O QUE SE CONQUISTOU, TODAS AS VANTAGENS POR TEMPO DE SERVIÇO.
SIND-UTE E CATEGORIA UMA VEZ MAIS DECEPCIONADOS COM ATITUDE DESLEAL DO GOVERNO DE M.G.
"O QUE SERÁ QUE SERÁ" DA EDUCAÇÃO???
VANDA
Professores discutem proposta do governo em assembleia
Luana Cruz - Estado de Minas
Rogéria Rocha - TV Alterosa
Publicação: 16/06/2010 15:44 Atualização: 16/06/2010 16:16
Depois que o governo anunciou a proposta de reestruturação para as carreiras dos servidores da educação, os professores discutem nesta quinta-feira, dia 17 de junho, as proposições e avaliam a possibilidade de uma nova greve. Eles se reúnem na Praça da Assembleia, às 14h, para decidir se aprovam ou não a nova política salarial da categoria anunciada pelo estado na última segunda-feira.
Segundo o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (SindUte), o trabalho da comissão, criada após o fim da greve para elaborar a nova estrutura salarial para a categoria, não foi levada em consideração pelo governo.
Os sindicalistas apontam alguns entraves na proposta como o aumento da jornada de trabalho de 24 para 30 horas semanais, o fim das vantagens e gratificações que os servidores podem adquirir ao longo da carreira, e a data de 1º de março de 2011 para a nova política salarial entrar em vigor. Além disso, os professores alegam que as condições oferecidas pelo governo modificam as carreiras da educação retrocedendo a valorização dos níveis de formação e graus que permitem progressão ou promoção.
Os professores da rede estadual colocaram, no dia 25 de maio, um ponto final na greve que já durava 48 dias A decisão foi tomada depois de uma assembleia geral realizada na Praça Carlos Chagas, em frente à Assembleia Legislativa. Porém, o Sind-UTE/MG deixou claro que o fim da paralisação estava condicionado à assinatura da proposta acordada entre representantes do governo e do sindicato. Caso o documento não fosse assinado pelo governador Antonio Anastasia, a categoria prometeu retomar a greve.
O QUE ACONTECERÁ AMANHÃ EM B.H, NA ASSEMBLEIA???
É TENSA A SITUAÇÃO.
COMO O SIND-UTE/MG CONDUZIRÁ A ASSEMBLEIA?
QUAIS SERÃO AS PROPOSTAS?
COMO A CLASSE REAGIRÁ?
VALERÁ À PENA UM RETROCESSO E FAZER GREVE NOVAMENTE?
CASO A CLASSE VOTE PELA GREVE,SERÁ GREVE ATÉ INÍCIO DE JUNHO?
VALERÁ FAZER GREVE MAIS ALGUNS DIAS APENAS?
CASO HAJA NOVA GREVE NÃO SERIA MELHOR FAZÊ-LA ATÉ DEZEMBRO?
"O QUE SERÁ QUE SERÁ?"
O QUE É:
CATEGORIA ENGANADA.
SINDI-UTE/MG DESRESPEITADO.
PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO DESVALORIZADOS EM TODOS OS SEUS ANOS DEDICADOS À EDUCAÇÃO, PERDENDO (COM A NOVA PROPOSTA)TUDO O QUE SE CONQUISTOU, TODAS AS VANTAGENS POR TEMPO DE SERVIÇO.
SIND-UTE E CATEGORIA UMA VEZ MAIS DECEPCIONADOS COM ATITUDE DESLEAL DO GOVERNO DE M.G.
"O QUE SERÁ QUE SERÁ" DA EDUCAÇÃO???
VANDA
Professores discutem proposta do governo em assembleia
Luana Cruz - Estado de Minas
Rogéria Rocha - TV Alterosa
Publicação: 16/06/2010 15:44 Atualização: 16/06/2010 16:16
Depois que o governo anunciou a proposta de reestruturação para as carreiras dos servidores da educação, os professores discutem nesta quinta-feira, dia 17 de junho, as proposições e avaliam a possibilidade de uma nova greve. Eles se reúnem na Praça da Assembleia, às 14h, para decidir se aprovam ou não a nova política salarial da categoria anunciada pelo estado na última segunda-feira.
Segundo o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (SindUte), o trabalho da comissão, criada após o fim da greve para elaborar a nova estrutura salarial para a categoria, não foi levada em consideração pelo governo.
Os sindicalistas apontam alguns entraves na proposta como o aumento da jornada de trabalho de 24 para 30 horas semanais, o fim das vantagens e gratificações que os servidores podem adquirir ao longo da carreira, e a data de 1º de março de 2011 para a nova política salarial entrar em vigor. Além disso, os professores alegam que as condições oferecidas pelo governo modificam as carreiras da educação retrocedendo a valorização dos níveis de formação e graus que permitem progressão ou promoção.
Os professores da rede estadual colocaram, no dia 25 de maio, um ponto final na greve que já durava 48 dias A decisão foi tomada depois de uma assembleia geral realizada na Praça Carlos Chagas, em frente à Assembleia Legislativa. Porém, o Sind-UTE/MG deixou claro que o fim da paralisação estava condicionado à assinatura da proposta acordada entre representantes do governo e do sindicato. Caso o documento não fosse assinado pelo governador Antonio Anastasia, a categoria prometeu retomar a greve.
terça-feira, 15 de junho de 2010
COMISSÃO PARITÁRIA ( A PARTE QUE REPRESENTA O SIND-UTE/MG) SENTE-SE ENGANADA PELO GOVERNADOR ANASTASIA
É UMA VERGONHA MESMO!
O QUE O GOVERNADOR FEZ SERVE PARA NOS MOSTRAR COMO POLÍTICO, EM SUA MAIORIA, ENGANA E PASSA POR CIMA DE QUALQUER CLASSE, DE QUALQUER LEI, DE QUALQUER COMISSÃO, DE QUALQUER ACORDO PARA FAZER VALER SEUS INTERESSES.
SABÍAMOS QUE AS NEGOCIAÇÕES NÃO SERIAM FÁCEIS MESMO, MAS NÃO ESPERÁVAMOS QUE FOSSE TÃO DESLEAL, TÃO ... NEM TENHO PALAVRAS!...
O GOVERNADOR ESTÁ FAZENDO DO NOSSO SALÁRIO, MOEDA PARA COMPRAR VOTO, OU SEJA,SE ELE GANHAR AS ELEIÇÕES PARA GOVERNADOR, ENTÃO ELE PAGA O PISO EM 2011!!!
É UM ABSURDO, É ILÁRIO, É...!
E TEM GENTE CONTRA NÓS PROFESSORES GREVISTAS...FRANCAMENTE!
SE ESSE CANDIDATO GANHAR... É CAPAZ DE NÃO PAGAR NEM SALÁRIO MÍNIMO COMO TETO!
VAMOS LHE RESPONDER NAS URNAS E, É CLARO, PARTICIPANDO JUNTO COM O SINDICATO.
ABRAÇOS PESSOAL
VANDA
Terça-feira, 15 de junho de 2010 12:02 pm
Comissão da Educação está reunida agora em clima tenso
A Comissão que estuda os salários e carreiras dos servidores da Educação está reunida neste momento. É a última reunião prevista no cronograma de trabalho.
O clima da reunião é tenso.
Tal como o de ontem, que ocorreu ao mesmo tempo em que o Governador Antônio Anastasia anunciava no Palácio da Liberdade o projeto de reestruturação dos salários e carreiras na Educação.
Uma situação constrangedora.
Os integrantes da Comissão que representam a categoria profissional não sabiam do pronunciamento. Foram comunicados por este blog, que ligou para saber o que achavam do anúncio.
A presidente do Sind-Ute, Beatriz Cerqueira, ficou perplexa. Ao telefone, depois de alguns segundos muda, disse ao blogueiro que estava na antesala do gabinete da secretaria de Educação e não fazia a menor idéia do que o governador iria tratar.
A sensação predominante entre os representantes de servidores e professores é de que houve uma quebra na relação de confiança. O sindicato interpreta como falta de respeito e perda de tempo. A comissão passou esses dias todos se reunindo e trabalhando, para ser surpreendida por uma proposta governamental que não passou pela Comissão.
Ou seja, ficou parecendo que trabalharam à toa, que jogaram tempo fora.
Em nota, o Sind-Ute criticou o fato.
Leia a íntegra.
O Termo de Acordo assinado entre Sind-UTE/MG e Governo Estadual previa que uma comissão de trabalho apresentasse propostas de modificação dos vencimentos básicos e remuneração de todos os servidores estaduais da educação. Entretanto, sem que a comissão terminasse os trabalhos cujo prazo final era 15/06, o Governador Antônio Anastasia anunciou uma suposta “nova política remuneratória”. No entanto, o Governador informou valores absolutos, divulgando a ideia de que a nova remuneração é vantajosa. O Governo Estadual esconde que haverá também:
- aumento da jornada de trabalho do professor, uma vez que a jornada de 30 horas será compulsória;
- modificação das carreiras da educação retrocedendo na valorização dos níveis de formação e graus (promoção e progressão);
- acaba com todas as vantagens e gratificações que os servidores podem adquirir ao longo da vida funcional;
- não valoriza os setores administrativos que trabalham nas Superintendências Regionais de Ensino;
- muda toda a dinâmica de remuneração do estado passando a ser em forma de subsídio, sem qualquer gratificação ou vantagem de acordo com a carreira e vida funcional.
Além disso, a política remuneratória seria para março de 2011. Infelizmente, a estratégia do Governador é de iludir a categoria divulgando valores que não correspondem ao vencimento básico.
O Sind-UTE/MG reforça a convocação já feita para a assembleia estadual no dia 17 de junho, em que avaliará com a categoria, as medidas que serão tomadas.
Este blog acredita que o governo deve explicações à sociedade civil. Sem questionar se o projeto apresentado é bom ou não, ficou estranho o Governador anunciar o projeto sem que o trabalho da Comissão tivesse findado.
E VOCÊ, O QUE ACHA? PARTICIPE AGORA, MANDE SUA OPINIÃO E LEMBRE-SE DE QUE COMENTÁRIOS COM OFENSAS NÃO SERÃO PUBLICADOS.
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Tags: Comissão salários carreira Educação governador Antonio Anastasia Sind-Ute Beatriz Cerqueira
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Segunda-feira, 14 de junho de 2010 12:02 pm
Novo Plano de carreiras e salários para a Educação custa 1,3 bi de reais por ano
O governador Antonio Anastasia acaba de apresentar a proposta de uma nova política remuneratória em parcela única (subsídio) para as carreiras dos servidores da Educação, que aumenta em 24,5% a folha total da Educação e representa acréscimo de R$ 1,3 bilhão anuais.
A nova proposta aumenta o salário inicial, incorpora as vantagens permanentes e, segundo o governo, "reduz disparidades entre as remunerações de servidores com a mesma função e torna mais atraente a carreira do Magistério, com promoção a cada cinco anos e progressão a cada dois anos".
As novas carreiras e salários entram em vigor a partir de 1º de março de 2011, após envio de projeto de lei para Assembléia Legislativa e deliberação sobre a proposta.
O ingresso na carreira do professor exigirá nível superior em curso de Licenciatura Plena. Pela proposta, o professor em início de carreira com jornada de 24 horas semanais e formação em curso superior de Licenciatura Plena passa a receber R$ 1.320,00, pagos em parcela única. Haverá a possibilidade de opção para jornada de 30 horas com 20 horas em sala de aula e 10 horas de preparação. Neste caso, o subsídio em início de carreira será de R$ 1.650,00.
O pagamento em parcela única (subsídio) já é adotado nos estados do Espírito Santo, Tocantins e Mato Grosso.
Novas tabelas
Professor da Educação Básica com nível superior - Jornada de 24h:
Escolaridade
Nível/Grau
Remuneração mínima em parcela única
Licenciatura Plena
IA
R$ 1.320.00
Especialização
IIA
R$ 1.452,00
Certificação
IIIA
R$ 1.597,20
Mestrado
IVA
R$ 1.756,92
Doutorado
VA
R$ 1.932,61
Professor da Educação Básica com nível superior - Jornada de 30h:
Escolaridade
Nível/Grau
Remuneração mínima em parcela única
Licenciatura Plena
IA
R$ 1.650,00
Especialização
IIA
R$ 1.815,00
Certificação
IIIA
R$ 1.996,50
Mestrado
IVA
R$ 2.196,15
Doutorado
VA
R$ 2.415,77
Inspetor Escolar – Jornada de 40h (dedicação exclusiva):
Escolaridade
Nível
Remuneração mínima em parcela única
Superior
I
R$ 3.300,00
Especial
II
R$ 3.630,00
Mestrado
III
R$ 3.993,00
Doutorado
IV
R$ 4.392,30
Comparação entre situação atual e a nova
posição com a proposta do Governo
FUNÇÃO
Tempo de serviço
Jornada
Percentual de aumento
Serviços Gerais
20 ANOS
30h semanais
50%
Professor
Nível I
24h
18,2%
30h
47,8%
Nivel II
24h
63,5%
30h
104,4%
Nivel III
24h
38,9%
30h
73,5%
Servidor administrativo
15 anos
30h
21,4%
E VOCÊ, O QUE ACHOU DA PROPOSTA DO GOVERNO? SE VOCÊ É PROFESSOR, ACREDITA QUE HOUVE IMPACTO POSITIVO NO SEU SALÁRIO? ESSA PROPOSTA É CAPAZ DE BOTAR FIM À GREVE DOS PROFESSORES, SUSPENSA NO DIA 25 DO MÊS PASSADO?
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Tags: professores servidores Educação governador Antonio Anastasia
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Segunda-feira, 14 de junho de 2010 12:02 pm
GOVERNADOR VAI FAZER PRONUNCIAMENTO SOBRE EDUCAÇÃO AGORA
O governador Antônio Augusto Anastasia vai fazer um pronunciamento sobre a Educação daqui a pouco, às 15h.
O conteúdo não foi revelado, mas uma fonte deste blog disse que "pode ser uma proposta de modernização do plano de carreiras e salários dos servidores da Educação".
Estranho.
Este blog falou agora com a presidente do Sind-Ute, Beatriz Cerqueira. Ela não sabia do pronunciamento, não tem a menor idéia do que ele irá anunciar.
Detalhe: ela está na antesala da secretária de Educação, Vanessa Guimarães, para mais uma reunião da Comissão que estuda a questão de carreiras e salários dos servidores da Educação.
Beatriz Cerqueira informa que, de quinta-feira pra cá, quando efetivamente começou a negociação, não houve evolução.
Deu pra entender? Eu ainda não consegui. A Comissão ainda não terminou o trabalho, ainda não houve acordo e o governador vai fazer um pronunciamento sobre a Educação?
Eu, hein.
VOCÊ, O QUE ACHA? O TRABALHO DA COMISSÃO VAI DAR RESULTADO? O QUE PODE SER O ANÚNCIO DO GOVERNADOR? QUAL DEVE SER A DECISÃO DA ASSEMBLEIA DA CATEGORIA, MARCADA PRA PRÓXIMA QUINTA-FEIRA? PARTICIPE, MANDE SEU COMENTÁRIO E LEMBRE-SE DE QUE OFENSAS NÃO SERÃO PUBLICADAS.
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Tags: governador antonio anastasia servidores educação sind-ute beatriz
O QUE O GOVERNADOR FEZ SERVE PARA NOS MOSTRAR COMO POLÍTICO, EM SUA MAIORIA, ENGANA E PASSA POR CIMA DE QUALQUER CLASSE, DE QUALQUER LEI, DE QUALQUER COMISSÃO, DE QUALQUER ACORDO PARA FAZER VALER SEUS INTERESSES.
SABÍAMOS QUE AS NEGOCIAÇÕES NÃO SERIAM FÁCEIS MESMO, MAS NÃO ESPERÁVAMOS QUE FOSSE TÃO DESLEAL, TÃO ... NEM TENHO PALAVRAS!...
O GOVERNADOR ESTÁ FAZENDO DO NOSSO SALÁRIO, MOEDA PARA COMPRAR VOTO, OU SEJA,SE ELE GANHAR AS ELEIÇÕES PARA GOVERNADOR, ENTÃO ELE PAGA O PISO EM 2011!!!
É UM ABSURDO, É ILÁRIO, É...!
E TEM GENTE CONTRA NÓS PROFESSORES GREVISTAS...FRANCAMENTE!
SE ESSE CANDIDATO GANHAR... É CAPAZ DE NÃO PAGAR NEM SALÁRIO MÍNIMO COMO TETO!
VAMOS LHE RESPONDER NAS URNAS E, É CLARO, PARTICIPANDO JUNTO COM O SINDICATO.
ABRAÇOS PESSOAL
VANDA
Terça-feira, 15 de junho de 2010 12:02 pm
Comissão da Educação está reunida agora em clima tenso
A Comissão que estuda os salários e carreiras dos servidores da Educação está reunida neste momento. É a última reunião prevista no cronograma de trabalho.
O clima da reunião é tenso.
Tal como o de ontem, que ocorreu ao mesmo tempo em que o Governador Antônio Anastasia anunciava no Palácio da Liberdade o projeto de reestruturação dos salários e carreiras na Educação.
Uma situação constrangedora.
Os integrantes da Comissão que representam a categoria profissional não sabiam do pronunciamento. Foram comunicados por este blog, que ligou para saber o que achavam do anúncio.
A presidente do Sind-Ute, Beatriz Cerqueira, ficou perplexa. Ao telefone, depois de alguns segundos muda, disse ao blogueiro que estava na antesala do gabinete da secretaria de Educação e não fazia a menor idéia do que o governador iria tratar.
A sensação predominante entre os representantes de servidores e professores é de que houve uma quebra na relação de confiança. O sindicato interpreta como falta de respeito e perda de tempo. A comissão passou esses dias todos se reunindo e trabalhando, para ser surpreendida por uma proposta governamental que não passou pela Comissão.
Ou seja, ficou parecendo que trabalharam à toa, que jogaram tempo fora.
Em nota, o Sind-Ute criticou o fato.
Leia a íntegra.
O Termo de Acordo assinado entre Sind-UTE/MG e Governo Estadual previa que uma comissão de trabalho apresentasse propostas de modificação dos vencimentos básicos e remuneração de todos os servidores estaduais da educação. Entretanto, sem que a comissão terminasse os trabalhos cujo prazo final era 15/06, o Governador Antônio Anastasia anunciou uma suposta “nova política remuneratória”. No entanto, o Governador informou valores absolutos, divulgando a ideia de que a nova remuneração é vantajosa. O Governo Estadual esconde que haverá também:
- aumento da jornada de trabalho do professor, uma vez que a jornada de 30 horas será compulsória;
- modificação das carreiras da educação retrocedendo na valorização dos níveis de formação e graus (promoção e progressão);
- acaba com todas as vantagens e gratificações que os servidores podem adquirir ao longo da vida funcional;
- não valoriza os setores administrativos que trabalham nas Superintendências Regionais de Ensino;
- muda toda a dinâmica de remuneração do estado passando a ser em forma de subsídio, sem qualquer gratificação ou vantagem de acordo com a carreira e vida funcional.
Além disso, a política remuneratória seria para março de 2011. Infelizmente, a estratégia do Governador é de iludir a categoria divulgando valores que não correspondem ao vencimento básico.
O Sind-UTE/MG reforça a convocação já feita para a assembleia estadual no dia 17 de junho, em que avaliará com a categoria, as medidas que serão tomadas.
Este blog acredita que o governo deve explicações à sociedade civil. Sem questionar se o projeto apresentado é bom ou não, ficou estranho o Governador anunciar o projeto sem que o trabalho da Comissão tivesse findado.
E VOCÊ, O QUE ACHA? PARTICIPE AGORA, MANDE SUA OPINIÃO E LEMBRE-SE DE QUE COMENTÁRIOS COM OFENSAS NÃO SERÃO PUBLICADOS.
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Tags: Comissão salários carreira Educação governador Antonio Anastasia Sind-Ute Beatriz Cerqueira
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Segunda-feira, 14 de junho de 2010 12:02 pm
Novo Plano de carreiras e salários para a Educação custa 1,3 bi de reais por ano
O governador Antonio Anastasia acaba de apresentar a proposta de uma nova política remuneratória em parcela única (subsídio) para as carreiras dos servidores da Educação, que aumenta em 24,5% a folha total da Educação e representa acréscimo de R$ 1,3 bilhão anuais.
A nova proposta aumenta o salário inicial, incorpora as vantagens permanentes e, segundo o governo, "reduz disparidades entre as remunerações de servidores com a mesma função e torna mais atraente a carreira do Magistério, com promoção a cada cinco anos e progressão a cada dois anos".
As novas carreiras e salários entram em vigor a partir de 1º de março de 2011, após envio de projeto de lei para Assembléia Legislativa e deliberação sobre a proposta.
O ingresso na carreira do professor exigirá nível superior em curso de Licenciatura Plena. Pela proposta, o professor em início de carreira com jornada de 24 horas semanais e formação em curso superior de Licenciatura Plena passa a receber R$ 1.320,00, pagos em parcela única. Haverá a possibilidade de opção para jornada de 30 horas com 20 horas em sala de aula e 10 horas de preparação. Neste caso, o subsídio em início de carreira será de R$ 1.650,00.
O pagamento em parcela única (subsídio) já é adotado nos estados do Espírito Santo, Tocantins e Mato Grosso.
Novas tabelas
Professor da Educação Básica com nível superior - Jornada de 24h:
Escolaridade
Nível/Grau
Remuneração mínima em parcela única
Licenciatura Plena
IA
R$ 1.320.00
Especialização
IIA
R$ 1.452,00
Certificação
IIIA
R$ 1.597,20
Mestrado
IVA
R$ 1.756,92
Doutorado
VA
R$ 1.932,61
Professor da Educação Básica com nível superior - Jornada de 30h:
Escolaridade
Nível/Grau
Remuneração mínima em parcela única
Licenciatura Plena
IA
R$ 1.650,00
Especialização
IIA
R$ 1.815,00
Certificação
IIIA
R$ 1.996,50
Mestrado
IVA
R$ 2.196,15
Doutorado
VA
R$ 2.415,77
Inspetor Escolar – Jornada de 40h (dedicação exclusiva):
Escolaridade
Nível
Remuneração mínima em parcela única
Superior
I
R$ 3.300,00
Especial
II
R$ 3.630,00
Mestrado
III
R$ 3.993,00
Doutorado
IV
R$ 4.392,30
Comparação entre situação atual e a nova
posição com a proposta do Governo
FUNÇÃO
Tempo de serviço
Jornada
Percentual de aumento
Serviços Gerais
20 ANOS
30h semanais
50%
Professor
Nível I
24h
18,2%
30h
47,8%
Nivel II
24h
63,5%
30h
104,4%
Nivel III
24h
38,9%
30h
73,5%
Servidor administrativo
15 anos
30h
21,4%
E VOCÊ, O QUE ACHOU DA PROPOSTA DO GOVERNO? SE VOCÊ É PROFESSOR, ACREDITA QUE HOUVE IMPACTO POSITIVO NO SEU SALÁRIO? ESSA PROPOSTA É CAPAZ DE BOTAR FIM À GREVE DOS PROFESSORES, SUSPENSA NO DIA 25 DO MÊS PASSADO?
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Tags: professores servidores Educação governador Antonio Anastasia
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Segunda-feira, 14 de junho de 2010 12:02 pm
GOVERNADOR VAI FAZER PRONUNCIAMENTO SOBRE EDUCAÇÃO AGORA
O governador Antônio Augusto Anastasia vai fazer um pronunciamento sobre a Educação daqui a pouco, às 15h.
O conteúdo não foi revelado, mas uma fonte deste blog disse que "pode ser uma proposta de modernização do plano de carreiras e salários dos servidores da Educação".
Estranho.
Este blog falou agora com a presidente do Sind-Ute, Beatriz Cerqueira. Ela não sabia do pronunciamento, não tem a menor idéia do que ele irá anunciar.
Detalhe: ela está na antesala da secretária de Educação, Vanessa Guimarães, para mais uma reunião da Comissão que estuda a questão de carreiras e salários dos servidores da Educação.
Beatriz Cerqueira informa que, de quinta-feira pra cá, quando efetivamente começou a negociação, não houve evolução.
Deu pra entender? Eu ainda não consegui. A Comissão ainda não terminou o trabalho, ainda não houve acordo e o governador vai fazer um pronunciamento sobre a Educação?
Eu, hein.
VOCÊ, O QUE ACHA? O TRABALHO DA COMISSÃO VAI DAR RESULTADO? O QUE PODE SER O ANÚNCIO DO GOVERNADOR? QUAL DEVE SER A DECISÃO DA ASSEMBLEIA DA CATEGORIA, MARCADA PRA PRÓXIMA QUINTA-FEIRA? PARTICIPE, MANDE SEU COMENTÁRIO E LEMBRE-SE DE QUE OFENSAS NÃO SERÃO PUBLICADAS.
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Tags: governador antonio anastasia servidores educação sind-ute beatriz
SER FELIZ
SER FELIZ
"Existe uma idade para a gente ser feliz, uma época na vida de cada
pessoa em que é possível sonhar e fazer planos e ter energia bastante
para realizá-las a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.
Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente
e desfrutar tudo com toda intensidade sem medo, nem culpa de sentir prazer.
Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida, a nossa própria
imagem e semelhança e vestir-se com todas as cores e experimentar todos
os sabores e entregar-se a todos os amores sem preconceito nem pudor.
Tempo de entusiasmo e coragem em que todo o desafio é mais um convite
à luta que a gente enfrenta com toda disposição de tentar algo NOVO,
de NOVO e de NOVO, e quantas vezes for preciso.
Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se
PRESENTE e tem a duração do instante que passa."
(RECEBI ESTE E-MAIL E QUERIA QUE MAIS PESSOAS LESSEM)
"Existe uma idade para a gente ser feliz, uma época na vida de cada
pessoa em que é possível sonhar e fazer planos e ter energia bastante
para realizá-las a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.
Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente
e desfrutar tudo com toda intensidade sem medo, nem culpa de sentir prazer.
Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida, a nossa própria
imagem e semelhança e vestir-se com todas as cores e experimentar todos
os sabores e entregar-se a todos os amores sem preconceito nem pudor.
Tempo de entusiasmo e coragem em que todo o desafio é mais um convite
à luta que a gente enfrenta com toda disposição de tentar algo NOVO,
de NOVO e de NOVO, e quantas vezes for preciso.
Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se
PRESENTE e tem a duração do instante que passa."
(RECEBI ESTE E-MAIL E QUERIA QUE MAIS PESSOAS LESSEM)
NOTA DE ESCLARECIMENTO DO SIND UTE/MG DIANTE DA NOVA POLÍTICA REMUNERATÓRIA ANUNCIADA HOJE PELO GOVERNADOR
NOTA DE ESCLARECIMENTO
Posição da direção do Sind-UTE/MG a respeito da Nova Política Remuneratória anunciada hoje pelo governador
Diante do anúncio feito hoje pelo governador Anastasia, o Sind-UTE/MG vem a público informar:
O Termo de Acordo assinado entre Sind-UTE/MG e Governo Estadual previa que uma comissão de trabalho apresentasse propostas de modificação dos vencimentos básicos e remuneração de todos os servidores estaduais da educação. Entretanto, sem que a comissão terminasse os trabalhos cujo prazo final era 15/06, o Governador Antônio Anastasia anunciou uma suposta “nova política remuneratória”. No entanto, o Governador informou valores absolutos, divulgando a ideia de que a nova remuneração é vantajosa. O Governo Estadual esconde que haverá também:
- aumento da jornada de trabalho do professor, uma vez que a jornada de 30 horas será compulsória;
- modificação das carreiras da educação retrocedendo na valorização dos níveis de formação e graus (promoção e progressão);
- acaba com todas as vantagens e gratificações que os servidores podem adquirir ao longo da vida funcional;
- não valoriza os setores administrativos que trabalham nas Superintendências Regionais de Ensino;
- muda toda a dinâmica de remuneração do estado passando a ser em forma de subsídio, sem qualquer gratificação ou vantagem de acordo com a carreira e vida funcional.
Além disso, a política remuneratória seria para março de 2011. Infelizmente, a estratégia do Governador é de iludir a categoria divulgando valores que não correspondem ao vencimento básico.
O Sind-UTE/MG reforça a convocação já feita para a assembleia estadual no dia 17 de junho, em que avaliará com a categoria, as medidas que serão tomadas.
Direção do Sind-UTE/MG
APROVEITO PARA POSTAR ( RETIRADO DO BLOG DO EULER) A ENTREVISTA QUE ANASTASIA DEU DIA 9/06 SOBRE OS SALÁRIOS DA EDUCAÇÃO EM M.G.
VANDA
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Anastasia disse que o GT pode apresentar resultados positivos
Em entrevista hoje à tarde ao jornalista Eduardo Costa, na Rádio Itatiaia, o governador Anastasia, indagado sobre a realidade da remuneração paga aos educadores em Minas, disse que reconhece os baixos salários. Disse também que já foi uma grande conquista colocar os salários em dia e pagar o décimo terceiro. E disse ainda que qualquer alteração na folha da Educação, em função do grande número de servidores, esbarra nas condições de finanças do estado. E, finalmente, disse que a comissão paritária entre sindicato e governo está fazendo um esforço para incorporar os penduricalhos ao piso e que deve apresentar resultados positivos.
Agora, os nossos comentários:
Ouvi atentamentte a entrevista e o que se percebe é que o governador passa a maior do tempo justificando o que deixou de fazer quando deveria apresentar soluções. Poderia muito bem ter dito: é, nós erramos em tratar a educação com descaso, mas vamos corrigir isso, pagando o piso dos profissioanais da Educação. Ao contrário, preferiu dizer que o problema dos baixos salários vem de décadas e que o melhoramento ocorrerá por etapas. Mas, quando, senhor governador? Daqui a cem anos?
Depois de oito anos de governo, quando a economia de Minas mais que duplicou - e o próprio governador cantava vantagem na entrevista sobre o crescimento do PIB mineiro, que seria o maior do Brasil - os educadores não viram o resultado deste crescimento. Falta de dinheiro não é, pois o governo se deu ao luxo de construir grandes obras faraônicas.
Esperamos sinceramente que amanhã, dia 10, quando será apresentada a proposta preliminar de alteração salarial - que, ao que parece limitar-se-á à incorporação de algumas gratificações - eles não tenham a ousadia de mostrar uma tabela salarial ridícula.
Uma pergunta que o jornalista Eduardo Costa jamais faria, e por isso não fez, claro - volto a dizer que Eduardo Costa foi dos poucos profissionais de imprensa que apoiaram a nossa greve e defenderam um salário mais justo para os educadores -, mas, que colocaria o governador para refletir melhor é:
- Caro governador, o senhor conseguiria sobreviver uma semana que seja com o salário que paga aos educadores de Minas?
Postado por Blog do Euler às 09:54
Ercilia disse...
Euler, ele não perguntou porque sabe a resposta:o salário de um professor não daria nem para um dia, quanto mais para uma semana.Será que esse GT vai anunciar os resultados antes ou depois do jogo? KKKKKK, diante dos fatos temos que encontrar algum motivo para rir.
Posição da direção do Sind-UTE/MG a respeito da Nova Política Remuneratória anunciada hoje pelo governador
Diante do anúncio feito hoje pelo governador Anastasia, o Sind-UTE/MG vem a público informar:
O Termo de Acordo assinado entre Sind-UTE/MG e Governo Estadual previa que uma comissão de trabalho apresentasse propostas de modificação dos vencimentos básicos e remuneração de todos os servidores estaduais da educação. Entretanto, sem que a comissão terminasse os trabalhos cujo prazo final era 15/06, o Governador Antônio Anastasia anunciou uma suposta “nova política remuneratória”. No entanto, o Governador informou valores absolutos, divulgando a ideia de que a nova remuneração é vantajosa. O Governo Estadual esconde que haverá também:
- aumento da jornada de trabalho do professor, uma vez que a jornada de 30 horas será compulsória;
- modificação das carreiras da educação retrocedendo na valorização dos níveis de formação e graus (promoção e progressão);
- acaba com todas as vantagens e gratificações que os servidores podem adquirir ao longo da vida funcional;
- não valoriza os setores administrativos que trabalham nas Superintendências Regionais de Ensino;
- muda toda a dinâmica de remuneração do estado passando a ser em forma de subsídio, sem qualquer gratificação ou vantagem de acordo com a carreira e vida funcional.
Além disso, a política remuneratória seria para março de 2011. Infelizmente, a estratégia do Governador é de iludir a categoria divulgando valores que não correspondem ao vencimento básico.
O Sind-UTE/MG reforça a convocação já feita para a assembleia estadual no dia 17 de junho, em que avaliará com a categoria, as medidas que serão tomadas.
Direção do Sind-UTE/MG
APROVEITO PARA POSTAR ( RETIRADO DO BLOG DO EULER) A ENTREVISTA QUE ANASTASIA DEU DIA 9/06 SOBRE OS SALÁRIOS DA EDUCAÇÃO EM M.G.
VANDA
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Anastasia disse que o GT pode apresentar resultados positivos
Em entrevista hoje à tarde ao jornalista Eduardo Costa, na Rádio Itatiaia, o governador Anastasia, indagado sobre a realidade da remuneração paga aos educadores em Minas, disse que reconhece os baixos salários. Disse também que já foi uma grande conquista colocar os salários em dia e pagar o décimo terceiro. E disse ainda que qualquer alteração na folha da Educação, em função do grande número de servidores, esbarra nas condições de finanças do estado. E, finalmente, disse que a comissão paritária entre sindicato e governo está fazendo um esforço para incorporar os penduricalhos ao piso e que deve apresentar resultados positivos.
Agora, os nossos comentários:
Ouvi atentamentte a entrevista e o que se percebe é que o governador passa a maior do tempo justificando o que deixou de fazer quando deveria apresentar soluções. Poderia muito bem ter dito: é, nós erramos em tratar a educação com descaso, mas vamos corrigir isso, pagando o piso dos profissioanais da Educação. Ao contrário, preferiu dizer que o problema dos baixos salários vem de décadas e que o melhoramento ocorrerá por etapas. Mas, quando, senhor governador? Daqui a cem anos?
Depois de oito anos de governo, quando a economia de Minas mais que duplicou - e o próprio governador cantava vantagem na entrevista sobre o crescimento do PIB mineiro, que seria o maior do Brasil - os educadores não viram o resultado deste crescimento. Falta de dinheiro não é, pois o governo se deu ao luxo de construir grandes obras faraônicas.
Esperamos sinceramente que amanhã, dia 10, quando será apresentada a proposta preliminar de alteração salarial - que, ao que parece limitar-se-á à incorporação de algumas gratificações - eles não tenham a ousadia de mostrar uma tabela salarial ridícula.
Uma pergunta que o jornalista Eduardo Costa jamais faria, e por isso não fez, claro - volto a dizer que Eduardo Costa foi dos poucos profissionais de imprensa que apoiaram a nossa greve e defenderam um salário mais justo para os educadores -, mas, que colocaria o governador para refletir melhor é:
- Caro governador, o senhor conseguiria sobreviver uma semana que seja com o salário que paga aos educadores de Minas?
Postado por Blog do Euler às 09:54
Ercilia disse...
Euler, ele não perguntou porque sabe a resposta:o salário de um professor não daria nem para um dia, quanto mais para uma semana.Será que esse GT vai anunciar os resultados antes ou depois do jogo? KKKKKK, diante dos fatos temos que encontrar algum motivo para rir.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
ASSEMBLEIA DA REDE ESTADUAL DE SJDR E REGIÃO
Sind-UTE - Assembleia da Rede Estadual de SJDR e Região
De: Sind-UTE Subsede de SJDR (subsind@yahoo.com.br)
Enviada: segunda-feira, 14 de junho de 2010 17:31:43
Para:
CONVOCATÓRIA
REDE ESTADUAL
O Sind-UTE - Subsede de São João del-Rei e Região; convoca todos os Trabalhadores em Educação da Rede Estadual para uma ASSEMBLEIA com a seguinte pauta:
ð Informes sobre a GREVE.
ð Caravana para Belo Horizonte, dia 17 de junho (quinta-feira). Os interessados devem enviar nome, identidade, MASP e telefone até o dia 16 de junho (quarta-feira) às 11 horas da manhã, para o Sind-UTE, pelo telefone (32) 3371-7023.
Local: Teatro do Conservatório de Música
Data: 18 de junho (sexta-feira)
Horário: 15 horas e 30 minutos
Saudações Sindicais!
Subsede de São João del-Rei e Região.
De: Sind-UTE Subsede de SJDR (subsind@yahoo.com.br)
Enviada: segunda-feira, 14 de junho de 2010 17:31:43
Para:
CONVOCATÓRIA
REDE ESTADUAL
O Sind-UTE - Subsede de São João del-Rei e Região; convoca todos os Trabalhadores em Educação da Rede Estadual para uma ASSEMBLEIA com a seguinte pauta:
ð Informes sobre a GREVE.
ð Caravana para Belo Horizonte, dia 17 de junho (quinta-feira). Os interessados devem enviar nome, identidade, MASP e telefone até o dia 16 de junho (quarta-feira) às 11 horas da manhã, para o Sind-UTE, pelo telefone (32) 3371-7023.
Local: Teatro do Conservatório de Música
Data: 18 de junho (sexta-feira)
Horário: 15 horas e 30 minutos
Saudações Sindicais!
Subsede de São João del-Rei e Região.
domingo, 13 de junho de 2010
DIA 15/O6 TEM RESPOSTA DAS NEGOCIAÇÕES DO SIND-UTE E GOVERNO E ...
FOTO DA ÚLTIMA ASSEMBLEIA EM B.H
EU ( SEGUNDA, DE BLUSA BRANCA)E MINHAS AMIGAS EDUCADORAS DAQUI DE SÃO JOÃO DEL REI

DIA 15/06 SERÁ COMPLICADO!
SABEREMOS( TOMARA QUE SIM!)SOBRE AS RESOLUÇÕES DA COMISSÃO PARITÁRIA ENTRE SIND-UTE/MG E GOVERNO E AINDA TERÁ O JOGO DO BRASIL CONTRA A CORÉIA DO NORTE NA COPA DO MUNDO.
E O QUE ME PREOCUPA É QUE NÃO PODEMOS PERDER O FOCO, PERDER A CAPACIDADE DE CONCENTRAÇÃO, REFLEXÃO E DECISÃO.
NA ASSEMBLEIA DO DIA 17/06 DEVEREMOS NOS MANTER UNIDOS E CUIDADOSOS EM NOSSAS AVALIAÇÕES.
MUITOS FATOS NEGATIVOS, DECISÕES ERRADAS E MALDADES ACOMETERAM O POVO BRASILEIRO EM ÉPOCA DE COPA DO MUNDO; BASTA NOS LEMBRAR DA COPA DE 1970,ONDE TANTAS ATROCIDADES FORAM FEITAS PELO GOVERNO CONTRA ESTUDANTES E EDUCADORES. A MESMA HISTÓRIA NÃO PODE SE REPETIR PORQUE O CONTEXTO DO NOSSO SÉCULO É OUTRO. MAS MUITAS VEZES VEMOS QUE COISAS SUTIS ACONTECEM, COMO POR EXEMPLO A NÃO LIBERDADE DE IMPRENSA, CAÇA À PESSOAS QUE INCOMODAM ( QUEIMAS DE ARQUIVO...).
O IMPORTANTE É NÃO DEIXARMOS QUE NOS CALEM, APROVEITANDO QUE A IMPRENSA, JÁ TÃO COMPRADA EM NOSSO ESTADO,FIQUE DE VEZ ENVOLVIDA SOMENTE COM AS QUESTÕES DA COPA DO MUNDO.
É IMPORTANTE TORCERMOS PARA O BRASIL, MAS NÃO PODEMOS DESVIAR NOSSOS OBJETIVOS DE LUTA PELA MELHORA DO NOSSO SALÁRIO.
VAMOS BUSCAR INFORMAÇÕES E NÃO DESVIAR DE NOSSOS OBJETIVOS.
REFORÇO QUE ADMIRO A BEATRIZ CERQUEIRA, QUE TEM CONDUZIDO COM SERIEDADE NOSSOS INTERESSES, MAS TANTO QUANTO O EULLER( BLOG DO EULLER) TAMBÉM ESTRANHEI TANTO SILÊNCIO DO SINDICATO NESSES DIAS. MESMO QUE FOSSE PARA DIVULGAR NADA NOVO, PENSO QUE DEVERÍAMOS SABER O ANDAMENTO DOS ESTUDOS DA COMISSÃO PARITÁRIA.A NOSSA ANSIEDADE DIMINUIRIA BASTANTE E MUITAS PESSOAS NÃO ESFRIARIAM SEUS INTERESSES EM RELAÇÃO A TODO ESSE PROCESSO.
UM GRANDE ABRAÇO!
VANDA SANDIM
EU ( SEGUNDA, DE BLUSA BRANCA)E MINHAS AMIGAS EDUCADORAS DAQUI DE SÃO JOÃO DEL REI

DIA 15/06 SERÁ COMPLICADO!
SABEREMOS( TOMARA QUE SIM!)SOBRE AS RESOLUÇÕES DA COMISSÃO PARITÁRIA ENTRE SIND-UTE/MG E GOVERNO E AINDA TERÁ O JOGO DO BRASIL CONTRA A CORÉIA DO NORTE NA COPA DO MUNDO.
E O QUE ME PREOCUPA É QUE NÃO PODEMOS PERDER O FOCO, PERDER A CAPACIDADE DE CONCENTRAÇÃO, REFLEXÃO E DECISÃO.
NA ASSEMBLEIA DO DIA 17/06 DEVEREMOS NOS MANTER UNIDOS E CUIDADOSOS EM NOSSAS AVALIAÇÕES.
MUITOS FATOS NEGATIVOS, DECISÕES ERRADAS E MALDADES ACOMETERAM O POVO BRASILEIRO EM ÉPOCA DE COPA DO MUNDO; BASTA NOS LEMBRAR DA COPA DE 1970,ONDE TANTAS ATROCIDADES FORAM FEITAS PELO GOVERNO CONTRA ESTUDANTES E EDUCADORES. A MESMA HISTÓRIA NÃO PODE SE REPETIR PORQUE O CONTEXTO DO NOSSO SÉCULO É OUTRO. MAS MUITAS VEZES VEMOS QUE COISAS SUTIS ACONTECEM, COMO POR EXEMPLO A NÃO LIBERDADE DE IMPRENSA, CAÇA À PESSOAS QUE INCOMODAM ( QUEIMAS DE ARQUIVO...).
O IMPORTANTE É NÃO DEIXARMOS QUE NOS CALEM, APROVEITANDO QUE A IMPRENSA, JÁ TÃO COMPRADA EM NOSSO ESTADO,FIQUE DE VEZ ENVOLVIDA SOMENTE COM AS QUESTÕES DA COPA DO MUNDO.
É IMPORTANTE TORCERMOS PARA O BRASIL, MAS NÃO PODEMOS DESVIAR NOSSOS OBJETIVOS DE LUTA PELA MELHORA DO NOSSO SALÁRIO.
VAMOS BUSCAR INFORMAÇÕES E NÃO DESVIAR DE NOSSOS OBJETIVOS.
REFORÇO QUE ADMIRO A BEATRIZ CERQUEIRA, QUE TEM CONDUZIDO COM SERIEDADE NOSSOS INTERESSES, MAS TANTO QUANTO O EULLER( BLOG DO EULLER) TAMBÉM ESTRANHEI TANTO SILÊNCIO DO SINDICATO NESSES DIAS. MESMO QUE FOSSE PARA DIVULGAR NADA NOVO, PENSO QUE DEVERÍAMOS SABER O ANDAMENTO DOS ESTUDOS DA COMISSÃO PARITÁRIA.A NOSSA ANSIEDADE DIMINUIRIA BASTANTE E MUITAS PESSOAS NÃO ESFRIARIAM SEUS INTERESSES EM RELAÇÃO A TODO ESSE PROCESSO.
UM GRANDE ABRAÇO!
VANDA SANDIM
EM SEU BLOG, EULLER QUESTIONA O SILÊNCIO DO SIND-UTE/MG . BEATRIZ E EULLER DIALOGAM ON-LINE
Por que o governo não divulgou uma tabela salarial? E o silêncio do sindicato?
Há razões óbvias que explicam o gesto de omissão do governo ao não querer apresentar a tabela salarial aos educadores de Minas. E infelizmente o sindicato está caindo neste jogo ao não denunciar a jogada e lançar tudo para uma assembléia que corre o risco de ser esvaziada ou ficar lotada com uma ajudazinha do governo.
A primeira razão é o fato de que o governo não tem a intenção de oferecer aquilo que reivindicamos: o piso de R$1.312,00 para a jornada de 24 horas. Por isso tergiversa. Fala que pagará o piso de acordo com a lei, mas durante a greve nós vimos qual foi a interpretação legal que o governo deu ao piso. De acordo com o governo, ele já paga até mais do que o piso.
Portanto, incluir a frase solta de que pagará o piso do magistério sem definir o valor, a jornada de trabalho e o conceito de piso (aquela história de piso-teto), o que temos é um jogo de palavras, uma carta de intenções oca.
A simples mudança de nomenclatura, de níveis, com o anúncio fanfarrão de que acarbar-se-á em Minas o professor com curso médio - o que aliás é ilegal, do ponto de vista da legislação federal vigente, enquanto Minas mantiver escolas com os cinco primeiros anos do ensino fundamental - não muda a essência da miserabilidade dos salários pagos.
Por aqui, os profissionais com curso superior recebem salários vergonhosos, piso de um salário mínimo e teto salarial menor que dois salários. Na Minas onde se constroem castelos, viadutos, rodovias e que ostenta crescimentos do PIB maiores do que em outros estados, não há recursos para pagar um salário decente aos educadores.
Por isso o governo mostra gráficos que só comprovam o quanto ganhamos mal. E mostra mais um dado importante: no governo Aécio-Anastasia procurou-se reduzir as diferenças salariais existentes na Educação através do empobrecimento generalizado. Não houve um esforço para elevar os de baixo até as faixas salariais um pouco mais altas, mas de estabelecer um teto único, abaixo de dois salários mínimos para toda a categoria. Mais uma gestão e o governo Aécio-Anastasia teria conseguido criar um salário único para todos: o salário mínimo!
Agora, passados 18 dias desde a suspensão da greve, que ocorreu no dia 25, com o compromisso de que em 20 dias uma comissão paritária governo e sindicato apresentaria uma proposta de alteração salarial para todos os educadores, o que temos em mãos? Um conjunto de gráficos denominados "perfil remuneratório dos educadores de Minas" e uma proposta de mudança de carreira que prevê aumento da jornada de trabalho e a extinção dos níveis um e dois do plano de carreira dos professores. Só. Nada mais. E a tabela de salários? Nada.
Como disse uma colega de trabalho e de luta que visita o nosso blog: não estamos preocupados com a nomenclatura de carreiras, mas com SALÁRIO!
Se o governo apresentar um salário base de R$ 1.020,00, por exemplo, dizendo que dobrou o piso básico dos professores com ensino superior e cumpriu a lei do piso, mas excluir todas as gratificações, incluindo o pó-de-giz, na prática vai trocar seis por meia dúzia. Continuaremos ganhando salário de fome. E o pior será se, além deste presente de grego, nós tivermos que cumprir 30 horas de jornada semanal para recebê-lo.
Por isso o governo enrola, tenta mostrar que a folha salarial dos educadores é muita alta, tenta impressionar com tabelas, sem apresentar o quadro completo comparativo entre a educação e as demais carreiras do estado, incluindo as do judiciário, do TCE, do Ministério Público, da PM e do Legislativo.
E o sindicato parece estar embarcando nesta jogada, pois até agora não convocou a categoria para a luta. Não deu nenhum sinal de alerta, apenas chamou para uma assembléia homologatória daquilo que for decidido entre os representantes do governo e do sindicato.
Nós, da base, assistimos a tudo nos sentindo marionetes deste jogo de cartas marcadas. O governo possui os meios de comunicação para iludir e manipular à vontade. O sindicato sequer consegue atualizar o seu site. De certa forma todos nós somos culpados, quando aprovamos, numa assembléia com 20 mil trabalhadores em greve, a transferência das negociações do palco dos embates de rua com a participação de todos, para o palco de uma comissão paritária, guardando as nossas bandeiras e transferindo nosso poder de decisão para um pequeno grupo distante do calor e da pressão dos de baixo. É preciso que se diga: quase a metade dos presentes foi contra o fim da greve. E uma boa parte se arrependeu um dia depois, quando a secretária do Seplag declarou que para este ano não haveria qualquer reajuste salarial.
Mas, enfim, talvez isso sirva de aprendizado para todos nós. E apesar de termos votado na assembléia contra o fim da greve, passamos a trabalhar a mesma expectativa da maioria de que a comissão do sindicato negociaria melhorias salariais para toda a categoria, e a manteria informada e mobilizada de cada passo dado. A três dias do final dos trabalhos com o governo, a comissão de negociação do sindicato não soltou uma única nota avaliando o processo de discussão com o governo. Por que será?
E quanto ao governo... bom, não é preciso dizer nada, né gente? Até agora apresentou gráficos e tratado de intenções sem mostrar uma única proposta de tabela salarial. Se o fizer, por exemplo, na segunda-feira, dia 14, para votar o relatório no dia 15 demonstra falta de respeito, que aliás ele nunca teve com a categoria. E por que o sindicato não denunciou este fato?
Agora, se o governo já apresentou a tabela salarial e a direção do sindute mantém silêncio sobre os dados da mesma, ao invés de divulgá-la amplamente para a categoria, de duas uma: ou a proposta é muito boa - o que eu duvido - e a direção quer fazer um showzinho no dia da assembléia; ou a proposta é muito fraca, e a direção sindical quer empurrá-la ou rejeitá-la sem grande estardalhaço, apenas tirando proveito político da situação. Qualquer destas possibilidades enfraquece esta direção junto à categoria, que lutou bravamente durante 47 dias, colocou o pescoço na forca, arriscou-se a tudo, para não ser tratada com o devido respeito, nem pelo governo (o que não é novidade) e nem pela direção sindical.
Que toda a categoria reflita sobre isso, não com o intuito de abandonar a luta, desanimar-se ou coisa do gênero. Isso é coisa de covardes, coisa que não somos e já provamos isso. Pelo contrário, com o intuito de aprendizado: nós precisamos aprender com as derrotas, a nos organizar melhor, a saber em quem confiar, a saber com quem contamos e como construir um movimento de base blindado dos golpismos e das manipulações a que temos sido vítimas ao longo dos últimos 10 anos, pelo menos.
E para concluir: eu não sei se vou à assembléia do dia 17, porque não sou massa de manobra da direção sindical. Estou pronto para lutar, para reiniciar a greve hoje mesmo, se necessário for, mas ao lado de gente em quem eu confio. A direção sindical tem poucas horas para tentar nos convencer de que ainda merece o nosso respeito. Quanto ao governo do faraó, quero que ele vá para o inferno, para dizer o mínimo.
Postado por Blog do Euler às 06:01 12 comentários
sexta-feira, 11 de junho de 2010
O sind-UTE precisa prestar esclarecimentos antes da assembléia
Até a noite deste dia 11, nada. Nem uma linha sequer sobre propostas de tabela salarial. Será que o governo vai ficar naquele tratado de intenções apenas? Já dizia o ditado popular: de boas intenções...
E estranha-nos, também, o silêncio da direção do Sind-UTE. Tudo bem que a comissão negociadora precisa se reunir com a direção e discutir as propostas e os encaminhamentos. Mas, nós, da base, não somos sujeitos passivos, nem precisamos de tutores para dizer o tipo de informação que deve ou não ser repassada para a categoria.
O mínimo que a direção sindical tem que fazer é tornar transparente todo tipo de proposta e encaminhamento feito nas negociações com o governo. E estas informações não podem ser lançadas no dia da assembléia, como ocorreu com os termos de acordo de suspensão da greve. E provocou grande desgaste junto da base que está unida em torno de objetivos bem definidos.
Queremos informações previamente para discutir tudo com os nossos colegas. Até mesmo a informação de que o governo não passou nada, não aceitou nada, não ofereceu nada, está enrolando, tudo, todas as informações são importantes para a nossa avaliação.
O site do Sind-UTE demora quase um ano para atualizar as informações. Até o blog da secretaria da Educação consegue ser mais ágil. O nosso blog então, nem se fala, é notícia instantânea: chegou aqui, nós repassamos imediatamente. E voluntariamente, pois não temos funcionários para fazer este trabalho, ao contrário do sindicato, que tem assessoria técnica, tem departamento jurídico, tem profissionais liberados com tempo disponível para encaminhar essas informações.
Portanto, fica aqui a nossa cobrança construtiva à direção sindical: ajam com transparência, dêem as informações se possível em tempo real para os trabalhadores da base porque somos nós que vamos decidir o que se fará e como se fará.
Não estamos gostando desse silêncio, marcado pela simples reprodução dos panfletos do governo, que mostram gráficos, dados estatísticos, mas não trazem nenhuma proposta de salário.
Até agora, a quatro dias do relatório final para aprovação da tal proposta de alteração no salário base das carreiras da Educação não temos conhecimento de nenhuma proposta concreta de tabela salarial. E o governo, claro, já tem uma proposta, ou talvez mais de uma. Ou até mesmo nenhuma, tamanha a falta de respeito com que costuma nos tratar.
Não queremos ser informados durante a assembléia. Para mim isso constitui falta de respeito com os trabalhadores. Se não houvessem mecanismos ágeis de comunicação, tal postura se justificaria. Não é o caso hoje. Ou a intenção do sindicato é levar para a assembléia uma massa de pessoas para aprovar aquilo que lhe convém a toque de caixa? Esperamos que não. E queremos ser tratados como adultos capazes de pensar e decidir com autonomia.
Estaremos aqui aguardando informes objetivos e esclarecedores sobre os andamentos das negociações. Até agora, os gráficos do tal perfil remuneratório dos servidores da Educação e a proposta do governo de tratado de intenções sem tabela salarial não nos atendem. O governo está enrolando o sindicato e toda a categoria da Educação. Não vamos aceitar este jogo!
DIÁLOGO ENTRE EULLER E BEATRIZ CERQUEIRA
sábado, 12 de junho de 2010
Dialogando com a coordenadora do Sind-UTE
Colega Beatriz,
Agora que estou de volta posso manter este diálogo fraterno com você. Também eu tenho grande respeito por você e pelo trabalho que realizou na liderança da greve durante todos os 47 dias. Ninguém pode negar que você deu enorme contribuição na organização do nosso movimento, e ainda terá muito a contribuir, agindo com firmeza, sinceridade e abertura para ouvir as críticas. Isso eu respeito e jamais você leu aqui neste blog uma crítica pessoal ou política à sua postura durante a greve. Mesmo divergindo de alguns posicionamentos, como foi o caso da suspensão da greve - tanto da decisão quanto da forma como foi encaminhada -, mesmo assim, jamais deixei de considerar que a decisão foi tomada em assembléia pela maioria, de forma consciente.
Contudo, estranhou-me o silêncio do sindicato em relação às negociações que deveriam se realizar nas última semanas. E a sua mensagem em boa hora confirma aquilo que suspeitávamos: o governo sequer apresentou uma tabela de salários. Mas, como vocês não haviam se manifestado a respeito, poderíamos supor que tudo corria às mil maravilhas. Esta informação - a de que o governo não ofereceu até agora nenhuma proposta concreta - é de grande importância para que possamos discutir as nossas estratégias de resistência junto dos colegas da base.
É importante que o governo saiba que toda a categoria está acompanhando a par e passo cada atitude que ele toma e que não deixaremos sem resposta o que ele vier a fazer. Se não oferecer nada em termos salariais, seguramente receberá uma resposta adequada da categoria. Se apresentar uma proposta ridícula, da mesma forma, saberemos como tratá-lo. O governo precisa entender que por trás das quatro representantes do sindicato que negociam com ele existem mais de 200 mil trabalhadores esperando impacientemente uma solução para a realidade de penúria na qual nós, os educadores, estamos submetidos.
Por isso, companheira Beatriz, esta é a razão da nossa indignação, o que por vezes pode até levar a excessos na forma de expressar. Mas, são sentimentos sinceros, que, se de um lado possam ter beirado a exageros verbais, por outro lado representam a nossa ânsia em querer saber o que se passa nas negociações com o governo. E representam também o nosso verdadeiro compromisso com a luta pela qual travamos durante os 47 dias de greve e também o nosso compromisso com os trabalhadores da Educação - e de resto, com todos os assalariados-explorados do mundo.
Estarei acompanhando as informações como de costume e publicando aqui, neste blog. E agora, já com a decisão de participar da assembléia do dia 17 e com o compromisso de mobilizar todos os colegas para este dia, com o sentimento de que, se nada for feito pelo governo em matéria de alteração da realidade salarial dos educadores de Minas, que ele nos aguarde.
Nossas espadas estão sendo desembainhadas e afiadas. Nossa luta não acabou e o governo Aécio-Anastasia vai sentir novamente a força de multidões nas ruas a contagiar toda a população mineira para a realidade da Educação em Minas.
As horas que ofereço agora não são mais para o sindicato, mas para o governo. Ele tem pouco, muito pouco tempo mesmo para conter a grande revolta latente que está para explodir nos próximos dias em Minas por parte de milhares de educadores, que não vão aceitar viver e sobreviver com essa ajuda de custo que temos recebido. Nem a Copa do Mundo será capaz de impedir a nossa disposição de mobilizar os alunos, os pais de alunos, e os colegas educadores para que retomemos as praças e as ruas convocando a comunidade para um sonoro e profundo gesto de repúdio a este governo, que não respeita a Educação pública e os educadores.
Um abraço fraterno,
Euler
P.S.: Quando acabei de redigir a resposta, recebi a msg da companheira Marilda, integrante da Comissão de Negociação do Sind-UTE, a quem extendo a resposta-diálogo que elaborei.
Leiam também o Boletim Nº 12 do Blog do Coreu clicando aqui
Postado por Blog do Euler às 20:09 7 comentários
Coordenadora do Sind-UTE Beatriz Cerqueira responde ao blog
A companheira Beatriz Cerqueira, coordenadora geral do Sind-UTE, enviou uma mensagem ao blog respondendo algumas das questões que colocamos no post abaixo. Considero esta atitude democrática da parte dela. Vou até repensar a minha decisão de não ir à assembléia do dia 17. A mensagem da Beatriz é importante também para esclarecer a todos os que visitam este blog sobre o cenário das negociações. Outras considerações farei depois, pois terei que sair neste momento. Um forte abraço a Beatriz e a todos os colegas de luta que visitam o nosso blog. (Euler)
Olá Euler, tenho um grande respeito por você e pelo trabalho que faz através do blog. Por isso tomei a liberdade de postar este comentário.Acho importante te dizer que não pretendemos fazer nenhum "showzinho" no dia da assembleia, mas encaminhá-la como fizemos em todos os momentos de 2010: com respeito, informando todas as questões e não nos furtando em fazer as avaliações necessárias.
Quanto a suspensão da greve, respeito a sua avaliação. Não atuamos para "tirar proveito político da situação" de nenhuma assembleia. Ninguem manobrou ninguém no dia 25, cada trabalhador em educação votou de acordo com o que pensava. Gostaria de lhe dizer também que a direção estadual não fará nenhuma votação para "tirar proveito político" e da mesma forma ninguém que participa da nossa assembleia estadual é "massa de manobra". É uma pena quem ainda não tenha percebido isso da nossa atuação.
Quanto as questões da comissão, concordo com você: sem tabela salarial não há discussão!E é isso que queremos do governo para apresentá-la à categoria. Não é o Governo que vai estabelecer de onde começar. Para ele é preciso "estruturar a carreira", para a categoria é preciso salário. Começar a manifestar sobre o que o governo colocou no site dele, antes de termos as tabelas, é na minnha opinião mudar o foco do salário para a carreira. Estamos cobrando uma tabela de todos os cargos da educação. Será a partir dela que avaliaremos as questões relacionadas a carreira. Temos controle em relação a nossa estratégia, e o governo faz a dele. A divulgação da apresentação da proposta de mudança de carreira sem tabela fez parte de uma reunião que o governo fez com a APPMG, Sind-Publicos, etc.
Por fim, discordo da sua avaliação do dia 17/06. Convocamos a assembleia como instrumento de luta, da mesma maneira que convocamos as demais assembleias deste ano. É fundamental uma grande participação. Em se tratando do atual governo, o risco permanente é o de perder direitos e uma assembleia esvasiada é a oportunidade do governo para isso.
O governo já ouviu em reunião a posição do Sind-UTE - a mesma de todo o período da greve - : sem salário não tem discussão. Não vamos aceitar qualquer discussão de modificação de carreira, sem que haja primeiro a discussão de salário. Agora se o Governo quer tentar convencer a categoria divulgando propostas de carreira, reafirmo o que disse anteriormente: a categoria tem capacidade de avaliar se quer ou não embarcar na estratégia do Governo. O sindicato não cairá nesta.
Fraternalmente.
Um grande abraço,
Beatriz Cerqueira
Há razões óbvias que explicam o gesto de omissão do governo ao não querer apresentar a tabela salarial aos educadores de Minas. E infelizmente o sindicato está caindo neste jogo ao não denunciar a jogada e lançar tudo para uma assembléia que corre o risco de ser esvaziada ou ficar lotada com uma ajudazinha do governo.
A primeira razão é o fato de que o governo não tem a intenção de oferecer aquilo que reivindicamos: o piso de R$1.312,00 para a jornada de 24 horas. Por isso tergiversa. Fala que pagará o piso de acordo com a lei, mas durante a greve nós vimos qual foi a interpretação legal que o governo deu ao piso. De acordo com o governo, ele já paga até mais do que o piso.
Portanto, incluir a frase solta de que pagará o piso do magistério sem definir o valor, a jornada de trabalho e o conceito de piso (aquela história de piso-teto), o que temos é um jogo de palavras, uma carta de intenções oca.
A simples mudança de nomenclatura, de níveis, com o anúncio fanfarrão de que acarbar-se-á em Minas o professor com curso médio - o que aliás é ilegal, do ponto de vista da legislação federal vigente, enquanto Minas mantiver escolas com os cinco primeiros anos do ensino fundamental - não muda a essência da miserabilidade dos salários pagos.
Por aqui, os profissionais com curso superior recebem salários vergonhosos, piso de um salário mínimo e teto salarial menor que dois salários. Na Minas onde se constroem castelos, viadutos, rodovias e que ostenta crescimentos do PIB maiores do que em outros estados, não há recursos para pagar um salário decente aos educadores.
Por isso o governo mostra gráficos que só comprovam o quanto ganhamos mal. E mostra mais um dado importante: no governo Aécio-Anastasia procurou-se reduzir as diferenças salariais existentes na Educação através do empobrecimento generalizado. Não houve um esforço para elevar os de baixo até as faixas salariais um pouco mais altas, mas de estabelecer um teto único, abaixo de dois salários mínimos para toda a categoria. Mais uma gestão e o governo Aécio-Anastasia teria conseguido criar um salário único para todos: o salário mínimo!
Agora, passados 18 dias desde a suspensão da greve, que ocorreu no dia 25, com o compromisso de que em 20 dias uma comissão paritária governo e sindicato apresentaria uma proposta de alteração salarial para todos os educadores, o que temos em mãos? Um conjunto de gráficos denominados "perfil remuneratório dos educadores de Minas" e uma proposta de mudança de carreira que prevê aumento da jornada de trabalho e a extinção dos níveis um e dois do plano de carreira dos professores. Só. Nada mais. E a tabela de salários? Nada.
Como disse uma colega de trabalho e de luta que visita o nosso blog: não estamos preocupados com a nomenclatura de carreiras, mas com SALÁRIO!
Se o governo apresentar um salário base de R$ 1.020,00, por exemplo, dizendo que dobrou o piso básico dos professores com ensino superior e cumpriu a lei do piso, mas excluir todas as gratificações, incluindo o pó-de-giz, na prática vai trocar seis por meia dúzia. Continuaremos ganhando salário de fome. E o pior será se, além deste presente de grego, nós tivermos que cumprir 30 horas de jornada semanal para recebê-lo.
Por isso o governo enrola, tenta mostrar que a folha salarial dos educadores é muita alta, tenta impressionar com tabelas, sem apresentar o quadro completo comparativo entre a educação e as demais carreiras do estado, incluindo as do judiciário, do TCE, do Ministério Público, da PM e do Legislativo.
E o sindicato parece estar embarcando nesta jogada, pois até agora não convocou a categoria para a luta. Não deu nenhum sinal de alerta, apenas chamou para uma assembléia homologatória daquilo que for decidido entre os representantes do governo e do sindicato.
Nós, da base, assistimos a tudo nos sentindo marionetes deste jogo de cartas marcadas. O governo possui os meios de comunicação para iludir e manipular à vontade. O sindicato sequer consegue atualizar o seu site. De certa forma todos nós somos culpados, quando aprovamos, numa assembléia com 20 mil trabalhadores em greve, a transferência das negociações do palco dos embates de rua com a participação de todos, para o palco de uma comissão paritária, guardando as nossas bandeiras e transferindo nosso poder de decisão para um pequeno grupo distante do calor e da pressão dos de baixo. É preciso que se diga: quase a metade dos presentes foi contra o fim da greve. E uma boa parte se arrependeu um dia depois, quando a secretária do Seplag declarou que para este ano não haveria qualquer reajuste salarial.
Mas, enfim, talvez isso sirva de aprendizado para todos nós. E apesar de termos votado na assembléia contra o fim da greve, passamos a trabalhar a mesma expectativa da maioria de que a comissão do sindicato negociaria melhorias salariais para toda a categoria, e a manteria informada e mobilizada de cada passo dado. A três dias do final dos trabalhos com o governo, a comissão de negociação do sindicato não soltou uma única nota avaliando o processo de discussão com o governo. Por que será?
E quanto ao governo... bom, não é preciso dizer nada, né gente? Até agora apresentou gráficos e tratado de intenções sem mostrar uma única proposta de tabela salarial. Se o fizer, por exemplo, na segunda-feira, dia 14, para votar o relatório no dia 15 demonstra falta de respeito, que aliás ele nunca teve com a categoria. E por que o sindicato não denunciou este fato?
Agora, se o governo já apresentou a tabela salarial e a direção do sindute mantém silêncio sobre os dados da mesma, ao invés de divulgá-la amplamente para a categoria, de duas uma: ou a proposta é muito boa - o que eu duvido - e a direção quer fazer um showzinho no dia da assembléia; ou a proposta é muito fraca, e a direção sindical quer empurrá-la ou rejeitá-la sem grande estardalhaço, apenas tirando proveito político da situação. Qualquer destas possibilidades enfraquece esta direção junto à categoria, que lutou bravamente durante 47 dias, colocou o pescoço na forca, arriscou-se a tudo, para não ser tratada com o devido respeito, nem pelo governo (o que não é novidade) e nem pela direção sindical.
Que toda a categoria reflita sobre isso, não com o intuito de abandonar a luta, desanimar-se ou coisa do gênero. Isso é coisa de covardes, coisa que não somos e já provamos isso. Pelo contrário, com o intuito de aprendizado: nós precisamos aprender com as derrotas, a nos organizar melhor, a saber em quem confiar, a saber com quem contamos e como construir um movimento de base blindado dos golpismos e das manipulações a que temos sido vítimas ao longo dos últimos 10 anos, pelo menos.
E para concluir: eu não sei se vou à assembléia do dia 17, porque não sou massa de manobra da direção sindical. Estou pronto para lutar, para reiniciar a greve hoje mesmo, se necessário for, mas ao lado de gente em quem eu confio. A direção sindical tem poucas horas para tentar nos convencer de que ainda merece o nosso respeito. Quanto ao governo do faraó, quero que ele vá para o inferno, para dizer o mínimo.
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sexta-feira, 11 de junho de 2010
O sind-UTE precisa prestar esclarecimentos antes da assembléia
Até a noite deste dia 11, nada. Nem uma linha sequer sobre propostas de tabela salarial. Será que o governo vai ficar naquele tratado de intenções apenas? Já dizia o ditado popular: de boas intenções...
E estranha-nos, também, o silêncio da direção do Sind-UTE. Tudo bem que a comissão negociadora precisa se reunir com a direção e discutir as propostas e os encaminhamentos. Mas, nós, da base, não somos sujeitos passivos, nem precisamos de tutores para dizer o tipo de informação que deve ou não ser repassada para a categoria.
O mínimo que a direção sindical tem que fazer é tornar transparente todo tipo de proposta e encaminhamento feito nas negociações com o governo. E estas informações não podem ser lançadas no dia da assembléia, como ocorreu com os termos de acordo de suspensão da greve. E provocou grande desgaste junto da base que está unida em torno de objetivos bem definidos.
Queremos informações previamente para discutir tudo com os nossos colegas. Até mesmo a informação de que o governo não passou nada, não aceitou nada, não ofereceu nada, está enrolando, tudo, todas as informações são importantes para a nossa avaliação.
O site do Sind-UTE demora quase um ano para atualizar as informações. Até o blog da secretaria da Educação consegue ser mais ágil. O nosso blog então, nem se fala, é notícia instantânea: chegou aqui, nós repassamos imediatamente. E voluntariamente, pois não temos funcionários para fazer este trabalho, ao contrário do sindicato, que tem assessoria técnica, tem departamento jurídico, tem profissionais liberados com tempo disponível para encaminhar essas informações.
Portanto, fica aqui a nossa cobrança construtiva à direção sindical: ajam com transparência, dêem as informações se possível em tempo real para os trabalhadores da base porque somos nós que vamos decidir o que se fará e como se fará.
Não estamos gostando desse silêncio, marcado pela simples reprodução dos panfletos do governo, que mostram gráficos, dados estatísticos, mas não trazem nenhuma proposta de salário.
Até agora, a quatro dias do relatório final para aprovação da tal proposta de alteração no salário base das carreiras da Educação não temos conhecimento de nenhuma proposta concreta de tabela salarial. E o governo, claro, já tem uma proposta, ou talvez mais de uma. Ou até mesmo nenhuma, tamanha a falta de respeito com que costuma nos tratar.
Não queremos ser informados durante a assembléia. Para mim isso constitui falta de respeito com os trabalhadores. Se não houvessem mecanismos ágeis de comunicação, tal postura se justificaria. Não é o caso hoje. Ou a intenção do sindicato é levar para a assembléia uma massa de pessoas para aprovar aquilo que lhe convém a toque de caixa? Esperamos que não. E queremos ser tratados como adultos capazes de pensar e decidir com autonomia.
Estaremos aqui aguardando informes objetivos e esclarecedores sobre os andamentos das negociações. Até agora, os gráficos do tal perfil remuneratório dos servidores da Educação e a proposta do governo de tratado de intenções sem tabela salarial não nos atendem. O governo está enrolando o sindicato e toda a categoria da Educação. Não vamos aceitar este jogo!
DIÁLOGO ENTRE EULLER E BEATRIZ CERQUEIRA
sábado, 12 de junho de 2010
Dialogando com a coordenadora do Sind-UTE
Colega Beatriz,
Agora que estou de volta posso manter este diálogo fraterno com você. Também eu tenho grande respeito por você e pelo trabalho que realizou na liderança da greve durante todos os 47 dias. Ninguém pode negar que você deu enorme contribuição na organização do nosso movimento, e ainda terá muito a contribuir, agindo com firmeza, sinceridade e abertura para ouvir as críticas. Isso eu respeito e jamais você leu aqui neste blog uma crítica pessoal ou política à sua postura durante a greve. Mesmo divergindo de alguns posicionamentos, como foi o caso da suspensão da greve - tanto da decisão quanto da forma como foi encaminhada -, mesmo assim, jamais deixei de considerar que a decisão foi tomada em assembléia pela maioria, de forma consciente.
Contudo, estranhou-me o silêncio do sindicato em relação às negociações que deveriam se realizar nas última semanas. E a sua mensagem em boa hora confirma aquilo que suspeitávamos: o governo sequer apresentou uma tabela de salários. Mas, como vocês não haviam se manifestado a respeito, poderíamos supor que tudo corria às mil maravilhas. Esta informação - a de que o governo não ofereceu até agora nenhuma proposta concreta - é de grande importância para que possamos discutir as nossas estratégias de resistência junto dos colegas da base.
É importante que o governo saiba que toda a categoria está acompanhando a par e passo cada atitude que ele toma e que não deixaremos sem resposta o que ele vier a fazer. Se não oferecer nada em termos salariais, seguramente receberá uma resposta adequada da categoria. Se apresentar uma proposta ridícula, da mesma forma, saberemos como tratá-lo. O governo precisa entender que por trás das quatro representantes do sindicato que negociam com ele existem mais de 200 mil trabalhadores esperando impacientemente uma solução para a realidade de penúria na qual nós, os educadores, estamos submetidos.
Por isso, companheira Beatriz, esta é a razão da nossa indignação, o que por vezes pode até levar a excessos na forma de expressar. Mas, são sentimentos sinceros, que, se de um lado possam ter beirado a exageros verbais, por outro lado representam a nossa ânsia em querer saber o que se passa nas negociações com o governo. E representam também o nosso verdadeiro compromisso com a luta pela qual travamos durante os 47 dias de greve e também o nosso compromisso com os trabalhadores da Educação - e de resto, com todos os assalariados-explorados do mundo.
Estarei acompanhando as informações como de costume e publicando aqui, neste blog. E agora, já com a decisão de participar da assembléia do dia 17 e com o compromisso de mobilizar todos os colegas para este dia, com o sentimento de que, se nada for feito pelo governo em matéria de alteração da realidade salarial dos educadores de Minas, que ele nos aguarde.
Nossas espadas estão sendo desembainhadas e afiadas. Nossa luta não acabou e o governo Aécio-Anastasia vai sentir novamente a força de multidões nas ruas a contagiar toda a população mineira para a realidade da Educação em Minas.
As horas que ofereço agora não são mais para o sindicato, mas para o governo. Ele tem pouco, muito pouco tempo mesmo para conter a grande revolta latente que está para explodir nos próximos dias em Minas por parte de milhares de educadores, que não vão aceitar viver e sobreviver com essa ajuda de custo que temos recebido. Nem a Copa do Mundo será capaz de impedir a nossa disposição de mobilizar os alunos, os pais de alunos, e os colegas educadores para que retomemos as praças e as ruas convocando a comunidade para um sonoro e profundo gesto de repúdio a este governo, que não respeita a Educação pública e os educadores.
Um abraço fraterno,
Euler
P.S.: Quando acabei de redigir a resposta, recebi a msg da companheira Marilda, integrante da Comissão de Negociação do Sind-UTE, a quem extendo a resposta-diálogo que elaborei.
Leiam também o Boletim Nº 12 do Blog do Coreu clicando aqui
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Coordenadora do Sind-UTE Beatriz Cerqueira responde ao blog
A companheira Beatriz Cerqueira, coordenadora geral do Sind-UTE, enviou uma mensagem ao blog respondendo algumas das questões que colocamos no post abaixo. Considero esta atitude democrática da parte dela. Vou até repensar a minha decisão de não ir à assembléia do dia 17. A mensagem da Beatriz é importante também para esclarecer a todos os que visitam este blog sobre o cenário das negociações. Outras considerações farei depois, pois terei que sair neste momento. Um forte abraço a Beatriz e a todos os colegas de luta que visitam o nosso blog. (Euler)
Olá Euler, tenho um grande respeito por você e pelo trabalho que faz através do blog. Por isso tomei a liberdade de postar este comentário.Acho importante te dizer que não pretendemos fazer nenhum "showzinho" no dia da assembleia, mas encaminhá-la como fizemos em todos os momentos de 2010: com respeito, informando todas as questões e não nos furtando em fazer as avaliações necessárias.
Quanto a suspensão da greve, respeito a sua avaliação. Não atuamos para "tirar proveito político da situação" de nenhuma assembleia. Ninguem manobrou ninguém no dia 25, cada trabalhador em educação votou de acordo com o que pensava. Gostaria de lhe dizer também que a direção estadual não fará nenhuma votação para "tirar proveito político" e da mesma forma ninguém que participa da nossa assembleia estadual é "massa de manobra". É uma pena quem ainda não tenha percebido isso da nossa atuação.
Quanto as questões da comissão, concordo com você: sem tabela salarial não há discussão!E é isso que queremos do governo para apresentá-la à categoria. Não é o Governo que vai estabelecer de onde começar. Para ele é preciso "estruturar a carreira", para a categoria é preciso salário. Começar a manifestar sobre o que o governo colocou no site dele, antes de termos as tabelas, é na minnha opinião mudar o foco do salário para a carreira. Estamos cobrando uma tabela de todos os cargos da educação. Será a partir dela que avaliaremos as questões relacionadas a carreira. Temos controle em relação a nossa estratégia, e o governo faz a dele. A divulgação da apresentação da proposta de mudança de carreira sem tabela fez parte de uma reunião que o governo fez com a APPMG, Sind-Publicos, etc.
Por fim, discordo da sua avaliação do dia 17/06. Convocamos a assembleia como instrumento de luta, da mesma maneira que convocamos as demais assembleias deste ano. É fundamental uma grande participação. Em se tratando do atual governo, o risco permanente é o de perder direitos e uma assembleia esvasiada é a oportunidade do governo para isso.
O governo já ouviu em reunião a posição do Sind-UTE - a mesma de todo o período da greve - : sem salário não tem discussão. Não vamos aceitar qualquer discussão de modificação de carreira, sem que haja primeiro a discussão de salário. Agora se o Governo quer tentar convencer a categoria divulgando propostas de carreira, reafirmo o que disse anteriormente: a categoria tem capacidade de avaliar se quer ou não embarcar na estratégia do Governo. O sindicato não cairá nesta.
Fraternalmente.
Um grande abraço,
Beatriz Cerqueira
sábado, 12 de junho de 2010
SERÁ QUE A NOVA PROPOSTA DE SALÁRIO VAI AGRADAR???
COMEÇA HOJE A NEGOCIAÇÃO ENTRE PROFESSORES E GOVERNO
O trabalho da comissão que estuda os salários dos professores estaduais de Minas entra hoje na fase realmente decisiva de negociação.
Até agora, já houve duas reuniões, das seis previstas até o dia 15 próximo.
Na primeira, em 31 de maio, foi definido o cronograma e os grupos de trabalho. Também foi definida a base de dados com a qual a comissão iria trabalhar – uma série enorme de informações da composição da folha salarial.
Na segunda reunião, ocorrida ontem, terça-feira, o governo apresentou um relatório com o perfil de pessoal da Educação. O relatório inclui números como o total de efetivos, designados e aposentados, o que compõe a remuneração de cada um desses grupos, o que aparece no contracheque como vencimento básico, abono, gratificação. O documento mostra ainda as médias de remuneração por grupo e os desvios.
Nessa reunião, o Sind-Ute pediu outras informações, que o governo se comprometeu a fornecer – mais detalhes especificamente sobre os vencimentos básicos, porque, segundo a presidente do sindicato, Beatriz Cerqueira, o relatório do governo privilegiou a remuneração final “e o que interessa à categoria é o vencimento básico”.
Uma equipe de três economistas do Dieese está analisando os dados do governo.
Nesta quinta-feira, quando os oito integrantes da comissão se sentarem à mesa, aí, sim, começa a negociação pra valer.
Beatriz Cerqueira afirma que “o ponto de partida dos professores é o piso salarial profissional nacional, atualmente R$1.312, 85, para jornada de 24h semanal e nível médio.” É o que o sindicato espera pelo menos conquistar.
A próxima assembleia dos professores já está marcada. É no dia 17, dois dias depois do encerramento dos trabalhos da comissão, na Praça da Assembleia Legislativa, a partir de 14h. Nesse encontro, o sindicato vai apresentar o resultado das seis reuniões. E a categoria irá decidir se a greve, suspensa em 25 de maio, irá voltar ou estará definitivamente encerrada.
TEXTO EXTRAÍDO DO BLOGDOBENNY
O trabalho da comissão que estuda os salários dos professores estaduais de Minas entra hoje na fase realmente decisiva de negociação.
Até agora, já houve duas reuniões, das seis previstas até o dia 15 próximo.
Na primeira, em 31 de maio, foi definido o cronograma e os grupos de trabalho. Também foi definida a base de dados com a qual a comissão iria trabalhar – uma série enorme de informações da composição da folha salarial.
Na segunda reunião, ocorrida ontem, terça-feira, o governo apresentou um relatório com o perfil de pessoal da Educação. O relatório inclui números como o total de efetivos, designados e aposentados, o que compõe a remuneração de cada um desses grupos, o que aparece no contracheque como vencimento básico, abono, gratificação. O documento mostra ainda as médias de remuneração por grupo e os desvios.
Nessa reunião, o Sind-Ute pediu outras informações, que o governo se comprometeu a fornecer – mais detalhes especificamente sobre os vencimentos básicos, porque, segundo a presidente do sindicato, Beatriz Cerqueira, o relatório do governo privilegiou a remuneração final “e o que interessa à categoria é o vencimento básico”.
Uma equipe de três economistas do Dieese está analisando os dados do governo.
Nesta quinta-feira, quando os oito integrantes da comissão se sentarem à mesa, aí, sim, começa a negociação pra valer.
Beatriz Cerqueira afirma que “o ponto de partida dos professores é o piso salarial profissional nacional, atualmente R$1.312, 85, para jornada de 24h semanal e nível médio.” É o que o sindicato espera pelo menos conquistar.
A próxima assembleia dos professores já está marcada. É no dia 17, dois dias depois do encerramento dos trabalhos da comissão, na Praça da Assembleia Legislativa, a partir de 14h. Nesse encontro, o sindicato vai apresentar o resultado das seis reuniões. E a categoria irá decidir se a greve, suspensa em 25 de maio, irá voltar ou estará definitivamente encerrada.
TEXTO EXTRAÍDO DO BLOGDOBENNY
quinta-feira, 10 de junho de 2010
NOVA ASSEMBLEIA: sind-UTE/MG CONVOCA
DIA 17/06 HAVERÁ ASSEMBLEIA ÀS 14HS NO PÁTIO DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA EM BELO HORIZONTE.
PRECISAMOS CONTINUAR AS DISCUSSÕES E NOS INFORMAR DO QUE ESTÁ ACONTECENDO NAS NEGOCIAÇÕES ENTRE O SIND-UTE E O GOVERNO.
PARTICIPEM!!!
PRECISAMOS CONTINUAR AS DISCUSSÕES E NOS INFORMAR DO QUE ESTÁ ACONTECENDO NAS NEGOCIAÇÕES ENTRE O SIND-UTE E O GOVERNO.
PARTICIPEM!!!
domingo, 6 de junho de 2010
ACORDO DO SIND- UTE/ MG E GOVERNO E MINHAS CONSIDERAÇÕES
Assinatura de acordo entre Governo de Minas e Sind-UTE coloca fim a paralisação na Educação
26/5/2010 - 13:31:50
Agência Minas
Imprimir notícia
O Governo de Minas Gerais e o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) assinaram na noite desta terça-feira (25), na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), acordo que coloca fim à paralisação dos profissionais na área de educação. Com o término da greve, as aulas serão retomadas nesta quinta-feira (27) e será apresentado o calendário de reposição das aulas. O acordo assinado pela secretária de Estado de Planejamento e Gestão, Renata Vilhena, pela coordenadora-geral do Sind-UTE, Beatriz da Silva Cerqueira, e pelas diretoras do sindicato Marilda de Abreu Araújo e Feliciana Alves do Vale Saldanha.
Pelo acordo, o Governo de Minas se comprometeu que a comissão que estuda as mudanças salariais na carreira da educação terá 20 dias para realizar seu trabalho com a formulação de estudo, conclusão e proposta. Será assegurada também a participação de representantes do Sind-UTE/MG nessa comissão. O resultado do trabalho da Comissão será apresentado por meio de projeto de lei que será protocolado na Assembléia Legislativa de Minas Gerais.
Depois da assinatura do acordo, em entrevista coletiva, a secretária Renata Vilhena destacou a importância da assinatura do acordo para a tranqüilidade das famílias dos alunos da rede estadual e lembrou que a iniciativa está embasada na proposta inicial feita pelo Governo de Minas em 14 de abril. Renata Vilhena ressaltou que, na ocasião foi proposta a criação de um grupo de trabalho para discutir a revisão da carreira da educação com a incorporação de uma série de gratificações, consequentemente, “aumentando o vencimento básico e, automaticamente, as remunerações”. As mudanças na carreira entrarão em vigor em 2011.
Renata Vilhena disse também que o grande ponto de controvérsia, que demorou esses 45 dias para o sindicato compreender, foi que o Governo está impedido legalmente de fazer qualquer ajuste de carreira e concessão de benefícios em 2010. A secretária explicou também que, na segunda-feira (24), foi agendada uma reunião com a Advocacia Geral do Estado (AGE), quando os procuradores tiveram a oportunidade de mostrar aos sindicalistas todos os artigos da Lei Federal de Responsabilidade Fiscal, da Lei Eleitoral e decisões judiciais, “comprovando que nós só poderíamos conceder aumento este ano se ele tivesse sido pago até o dia 30 de junho e não existe prazo operacional para isso”.
A secretária esclareceu que a proposta inicial “foi refinada em alguns pontos”, mas o cerne da questão foi mantido, ou seja, um grupo de trabalho que irá elaborar um projeto de lei que será encaminhado à Assembleia Legislativa, mas com vigência a partir de 2011.
Reposição de aulas
Quanto à reposição das aulas, a secretária disse que ficou acertado que será apresentado junto às Superintendências Regionais de Ensino e as diretoras de escolas um calendário de reposição do conteúdo pedagógico. Isso vai ser feito em prazo de cerca de 10 dias. E a partir daí, a Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão vai providenciar o pagamento de uma folha suplementar, que será paga até dia 30 de junho, com reposição de todos os dias que foram cortados.
O Governo de Minas espera encontrar uma forma que seja coerente com os alunos. Para isso, a secretária reconheceu que será utilizado o período de férias e finais de semana. O objetivo, segundo Renata Vilhena, é fazer uma reposição adequada e de qualidade. “Que é o desejo de todos, inclusive dos pais e dos alunos”, reforçou.
Folha Suplementar
O acordo prevê, ainda, que os dias de paralisação serão pagos em folha suplementar, após definição pelas escolas e aprovação pela Superintendência Regional de Ensino (SRE) de novo calendário escolar. O período de paralisação por motivo de greve não acarretará quaisquer conceitos negativos na avaliação de desempenho e não acarretará prejuízos à vida funcional do servidor.
MINHAS CONSIDRAÇÕES:
MUITOS PROFESSORES SE TORNAM DESMOTIVADOS A ESPERAR PELO PAGAMENTO DOS DIAS DE GREVE NÃO RECEBIDOS,PARA PAGAR OS DIAS DE GREVE APÓS ESSE RECEBIMENTO. A MAIORIA DOS PROFESSORES ACABAM ACATANDO AO CALENDÁRIO OFERECIDO PELA ESCOLA EM QUE LECIONA. PARECE-ME DEMOCRÁTICO, NADA IMPOSTO, MAS NOS FOI DITO, EM ASSEMBLEIA ( EM B.H. E CADA PESSOA CERTAMENTE OUVIU EM ASSEMBLEIA EM SUA PRÓPRIA CIDADE)QUE DEVERÍAMOS PAGAR OS DIAS DE GREVE APÓS PAGAMENTO EM FOLHA NO FINAL DESTE MÊS. É QUE JÁ NOS RELATARAM CASOS, NO PASSADO, EM QUE PROFESSORES PAGARAM A GREVE E NÃO RECEBERAM PAGAMENTO E QUE OS SINDICATOS NADA PUDERAM FAZER!
ACHO COMPLICADO O GOVERNO "BRINCAR COM A CARA" DA CATEGORIA, APÓS MOSTRA DA NOSSA UNIÃO E FORÇA.MAS MUITOS ACHAM INJUSTO TRABALHAR ANTES DO DIA 30/06, DATA EM QUE DEVEREMOS RECEBER O PAGAMENTO.DEVEMOS NOS ENTENDER E NÃO DESFAZER OS LAÇOS QUE CRIAMOS, NESSE MOMENTO A UNIÃO DEVE SE MANTER.
FICO ANGUSTIADA SEM TER NOTÍCIAS DO QUE ESTÁ ACONTECENDO ENTRE GOVERNO E SIND-UTE/MG, POIS ESSA COMISSÃO PARITÁRIA SUMIU! É QUE DEPOIS DE ACOMPANHAR TANTO, TODOS OS DIAS, VÁRIAS VEZES AO DIA, O ANDAMENTO DA GREVE; DE REPENTE VIVEMOS O SILÊNCIO. ESPERO QUE NÃO SEJA GUERRA FRIA E NEM QUE VENHA EXPLOSÕES VULCÂNICAS, POIS PODEREMOS RESPONDER COM LAVAS E FAZER PEGAR FOGO NA GREVE QUE ADORMECE ENTORPECIDA POR UM ACORDO QUE TRABALHA SORRATEIRAMENTE PARA SATISFAZER GREGOS E TROIANOS. SERÁ POSSÍVEL TAMANHA FAÇANHA?
OUTRA QUESTÃO DO ACORDO QUE FAZ COM QUE EU REFLITA SEMPRE É QUE :
O período de paralisação por motivo de greve não acarretará quaisquer conceitos negativos na avaliação de desempenho e não acarretará prejuízos à vida funcional do servidor.
ACHO UM ABSURDO ESSE ÍTEM!
PARECE QUE ESTÃO LIDANDO COM MARGINAIS!NÃO ESTAMOS ERRADOS DE LUTAR, SEM AGRESSÕES FÍSICAS, POR UM DIREITO NOSSO!MINHA AVALIAÇÃO DESEMPENHO, ASSIM COMO A DOS MEUS COLEGAS GREVISTAS DEVERIA SIM TER CINCO ESTRELAS E DOURADAS!ESTRELAS NÃO DE ALUSÃO PARTIDÁRIA, MAS CONDECORANDO-NOS POR SERMOS HERÓIS SOBREVIVENTES COM UMA HISTÓRIA DE SALÁRIO DE DAR VERGONHA E UMA DIGNIDADE DE DAR INVEJA!
QUEM AVALIA O DESEMPENHO DOS POLÍTICOS???
A MÍDIA MINEIRA COLOCA FAIXAS EM NOSSA BOCA E, EM NOSSOS OLHOS E OUVIDOS, DESFILAM ATORES FAMOSOS COM UM DISCURSO MENTIROSO DE QUE O GOVERNO EM MINAS E A EDUCAÇÃO SÃO ALIADOS E FELIZES COMPANHEIROS...
A MÍDIA BRASILEIRA TENTA MOSTRAR, ATRAVÉS DE CPIs, UMA PODRIDÃO QUE MAL SE DESENROLA OU FAVORECE O POVO BRASILEIRO. A COISA É MUITO MAIS PODRE!!!
FIQUEMOS DE OLHOS ABERTOS, NÃO PRECISAMOS REPETIR NOSSOS ERROS! NÃO DEVEMOS VOTAR NA MESMA MENTIRA DE SEMPRE!
E OLHO VIVO NO SALÁRIO EM BRASÍLIA!!!
VANDA SANDIM
26/5/2010 - 13:31:50
Agência Minas
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O Governo de Minas Gerais e o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) assinaram na noite desta terça-feira (25), na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), acordo que coloca fim à paralisação dos profissionais na área de educação. Com o término da greve, as aulas serão retomadas nesta quinta-feira (27) e será apresentado o calendário de reposição das aulas. O acordo assinado pela secretária de Estado de Planejamento e Gestão, Renata Vilhena, pela coordenadora-geral do Sind-UTE, Beatriz da Silva Cerqueira, e pelas diretoras do sindicato Marilda de Abreu Araújo e Feliciana Alves do Vale Saldanha.
Pelo acordo, o Governo de Minas se comprometeu que a comissão que estuda as mudanças salariais na carreira da educação terá 20 dias para realizar seu trabalho com a formulação de estudo, conclusão e proposta. Será assegurada também a participação de representantes do Sind-UTE/MG nessa comissão. O resultado do trabalho da Comissão será apresentado por meio de projeto de lei que será protocolado na Assembléia Legislativa de Minas Gerais.
Depois da assinatura do acordo, em entrevista coletiva, a secretária Renata Vilhena destacou a importância da assinatura do acordo para a tranqüilidade das famílias dos alunos da rede estadual e lembrou que a iniciativa está embasada na proposta inicial feita pelo Governo de Minas em 14 de abril. Renata Vilhena ressaltou que, na ocasião foi proposta a criação de um grupo de trabalho para discutir a revisão da carreira da educação com a incorporação de uma série de gratificações, consequentemente, “aumentando o vencimento básico e, automaticamente, as remunerações”. As mudanças na carreira entrarão em vigor em 2011.
Renata Vilhena disse também que o grande ponto de controvérsia, que demorou esses 45 dias para o sindicato compreender, foi que o Governo está impedido legalmente de fazer qualquer ajuste de carreira e concessão de benefícios em 2010. A secretária explicou também que, na segunda-feira (24), foi agendada uma reunião com a Advocacia Geral do Estado (AGE), quando os procuradores tiveram a oportunidade de mostrar aos sindicalistas todos os artigos da Lei Federal de Responsabilidade Fiscal, da Lei Eleitoral e decisões judiciais, “comprovando que nós só poderíamos conceder aumento este ano se ele tivesse sido pago até o dia 30 de junho e não existe prazo operacional para isso”.
A secretária esclareceu que a proposta inicial “foi refinada em alguns pontos”, mas o cerne da questão foi mantido, ou seja, um grupo de trabalho que irá elaborar um projeto de lei que será encaminhado à Assembleia Legislativa, mas com vigência a partir de 2011.
Reposição de aulas
Quanto à reposição das aulas, a secretária disse que ficou acertado que será apresentado junto às Superintendências Regionais de Ensino e as diretoras de escolas um calendário de reposição do conteúdo pedagógico. Isso vai ser feito em prazo de cerca de 10 dias. E a partir daí, a Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão vai providenciar o pagamento de uma folha suplementar, que será paga até dia 30 de junho, com reposição de todos os dias que foram cortados.
O Governo de Minas espera encontrar uma forma que seja coerente com os alunos. Para isso, a secretária reconheceu que será utilizado o período de férias e finais de semana. O objetivo, segundo Renata Vilhena, é fazer uma reposição adequada e de qualidade. “Que é o desejo de todos, inclusive dos pais e dos alunos”, reforçou.
Folha Suplementar
O acordo prevê, ainda, que os dias de paralisação serão pagos em folha suplementar, após definição pelas escolas e aprovação pela Superintendência Regional de Ensino (SRE) de novo calendário escolar. O período de paralisação por motivo de greve não acarretará quaisquer conceitos negativos na avaliação de desempenho e não acarretará prejuízos à vida funcional do servidor.
MINHAS CONSIDRAÇÕES:
MUITOS PROFESSORES SE TORNAM DESMOTIVADOS A ESPERAR PELO PAGAMENTO DOS DIAS DE GREVE NÃO RECEBIDOS,PARA PAGAR OS DIAS DE GREVE APÓS ESSE RECEBIMENTO. A MAIORIA DOS PROFESSORES ACABAM ACATANDO AO CALENDÁRIO OFERECIDO PELA ESCOLA EM QUE LECIONA. PARECE-ME DEMOCRÁTICO, NADA IMPOSTO, MAS NOS FOI DITO, EM ASSEMBLEIA ( EM B.H. E CADA PESSOA CERTAMENTE OUVIU EM ASSEMBLEIA EM SUA PRÓPRIA CIDADE)QUE DEVERÍAMOS PAGAR OS DIAS DE GREVE APÓS PAGAMENTO EM FOLHA NO FINAL DESTE MÊS. É QUE JÁ NOS RELATARAM CASOS, NO PASSADO, EM QUE PROFESSORES PAGARAM A GREVE E NÃO RECEBERAM PAGAMENTO E QUE OS SINDICATOS NADA PUDERAM FAZER!
ACHO COMPLICADO O GOVERNO "BRINCAR COM A CARA" DA CATEGORIA, APÓS MOSTRA DA NOSSA UNIÃO E FORÇA.MAS MUITOS ACHAM INJUSTO TRABALHAR ANTES DO DIA 30/06, DATA EM QUE DEVEREMOS RECEBER O PAGAMENTO.DEVEMOS NOS ENTENDER E NÃO DESFAZER OS LAÇOS QUE CRIAMOS, NESSE MOMENTO A UNIÃO DEVE SE MANTER.
FICO ANGUSTIADA SEM TER NOTÍCIAS DO QUE ESTÁ ACONTECENDO ENTRE GOVERNO E SIND-UTE/MG, POIS ESSA COMISSÃO PARITÁRIA SUMIU! É QUE DEPOIS DE ACOMPANHAR TANTO, TODOS OS DIAS, VÁRIAS VEZES AO DIA, O ANDAMENTO DA GREVE; DE REPENTE VIVEMOS O SILÊNCIO. ESPERO QUE NÃO SEJA GUERRA FRIA E NEM QUE VENHA EXPLOSÕES VULCÂNICAS, POIS PODEREMOS RESPONDER COM LAVAS E FAZER PEGAR FOGO NA GREVE QUE ADORMECE ENTORPECIDA POR UM ACORDO QUE TRABALHA SORRATEIRAMENTE PARA SATISFAZER GREGOS E TROIANOS. SERÁ POSSÍVEL TAMANHA FAÇANHA?
OUTRA QUESTÃO DO ACORDO QUE FAZ COM QUE EU REFLITA SEMPRE É QUE :
O período de paralisação por motivo de greve não acarretará quaisquer conceitos negativos na avaliação de desempenho e não acarretará prejuízos à vida funcional do servidor.
ACHO UM ABSURDO ESSE ÍTEM!
PARECE QUE ESTÃO LIDANDO COM MARGINAIS!NÃO ESTAMOS ERRADOS DE LUTAR, SEM AGRESSÕES FÍSICAS, POR UM DIREITO NOSSO!MINHA AVALIAÇÃO DESEMPENHO, ASSIM COMO A DOS MEUS COLEGAS GREVISTAS DEVERIA SIM TER CINCO ESTRELAS E DOURADAS!ESTRELAS NÃO DE ALUSÃO PARTIDÁRIA, MAS CONDECORANDO-NOS POR SERMOS HERÓIS SOBREVIVENTES COM UMA HISTÓRIA DE SALÁRIO DE DAR VERGONHA E UMA DIGNIDADE DE DAR INVEJA!
QUEM AVALIA O DESEMPENHO DOS POLÍTICOS???
A MÍDIA MINEIRA COLOCA FAIXAS EM NOSSA BOCA E, EM NOSSOS OLHOS E OUVIDOS, DESFILAM ATORES FAMOSOS COM UM DISCURSO MENTIROSO DE QUE O GOVERNO EM MINAS E A EDUCAÇÃO SÃO ALIADOS E FELIZES COMPANHEIROS...
A MÍDIA BRASILEIRA TENTA MOSTRAR, ATRAVÉS DE CPIs, UMA PODRIDÃO QUE MAL SE DESENROLA OU FAVORECE O POVO BRASILEIRO. A COISA É MUITO MAIS PODRE!!!
FIQUEMOS DE OLHOS ABERTOS, NÃO PRECISAMOS REPETIR NOSSOS ERROS! NÃO DEVEMOS VOTAR NA MESMA MENTIRA DE SEMPRE!
E OLHO VIVO NO SALÁRIO EM BRASÍLIA!!!
VANDA SANDIM
sexta-feira, 4 de junho de 2010
BLOG E.J.A PARA AS QUATRO SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
ENEM É VISTO COM PREOCUPAÇÃO
"Enem" para professor é visto com preocupação pela categoria
27 de maio de 2010 • 15h03
A ideia do Ministério da Educação (MEC) de criar um Exame Nacional de Ingresso na Carreira Docente está sendo vista com preocupação pela categoria. O modelo funcionará de forma semelhante ao novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem): os professores farão a prova e as secretarias de educação ¿ municipais e estaduais - poderão utilizar a nota para selecionar os profissionais que irão trabalhar na rede pública de ensino.
Para o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Roberto Leão, a ideia é "em tese" interessante porque contribui para a formação de uma carreira nacional do magistério, antiga revindicação da categoria. Ele teme, entretanto, que o novo instrumento sirva para criar rankings nacionais de avaliação dos docentes.
"Isso é muito preocupante e nós não concordamos. Esse projeto deveria ter sido melhor discutido, ele não foi debatido como deveria", critica. Alguns estados utilizam a avaliação de desempenho de alunos e de professores para estabelecer políticas de bônus ou aumento de salário para aqueles docentes que obtêm o melhor resultado, o que os sindicatos são contra. "Os estados e municípios não podem culpar o professor por todos os problemas da educação", diz.
Segundo o ministro da Educação, Fernando Haddad, não há intenção de criar rankings. Ele destaca ainda que as notas obtidas pelo professores não serão divulgadas o que afasta a possibilidade de classificação. "O resultado é um exame exclusivo do professor", disse à Agência Brasil. Haddad ressaltou que o exame "é endereçado a pessoas que queiram ingressar na rede, não para quem já está na rede pública", por isso não há porquê os professores que já estão atuando temerem a avaliação.
"A não ser que o professor queira mudar de rede porque, por exemplo, está insatisfeito com o seu salário. O objetivo do projeto é ampliar o horizonte do profissional. E uma prova é obrigatória para a entrada no concurso público", afirma.
Em 2011, a prova será destinada a docentes que tenham interesse em trabalhar com alunos dos primeiros anos do ensino fundamental e da educação infantil. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) será responsável pelo exame. A matriz dos conteúdos que serão cobrados na prova estará disponível para consulta pública no site do Inep ainda essa semana. Professores, universidades, estados e municípios podem opinar sobre o modelo da prova durante 45 dias. Logo depois, terá início o período de adesão das redes de ensino.
Haddad acredita que o instrumento pode ajudar a melhorar as condições salariais dos professores da rede pública. "O objetivo é aumentar o salário do professor, porque o professor bem formado vai ser disputado. Todo mundo quer atrair para sua rede os professores que tenham condição de mudar a realidade da escola pública do Brasil. Todo o projeto visa a valorização da carreira", defendeu o ministro.
TERRA.BLOGSPOT.COM
27 de maio de 2010 • 15h03
A ideia do Ministério da Educação (MEC) de criar um Exame Nacional de Ingresso na Carreira Docente está sendo vista com preocupação pela categoria. O modelo funcionará de forma semelhante ao novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem): os professores farão a prova e as secretarias de educação ¿ municipais e estaduais - poderão utilizar a nota para selecionar os profissionais que irão trabalhar na rede pública de ensino.
Para o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Roberto Leão, a ideia é "em tese" interessante porque contribui para a formação de uma carreira nacional do magistério, antiga revindicação da categoria. Ele teme, entretanto, que o novo instrumento sirva para criar rankings nacionais de avaliação dos docentes.
"Isso é muito preocupante e nós não concordamos. Esse projeto deveria ter sido melhor discutido, ele não foi debatido como deveria", critica. Alguns estados utilizam a avaliação de desempenho de alunos e de professores para estabelecer políticas de bônus ou aumento de salário para aqueles docentes que obtêm o melhor resultado, o que os sindicatos são contra. "Os estados e municípios não podem culpar o professor por todos os problemas da educação", diz.
Segundo o ministro da Educação, Fernando Haddad, não há intenção de criar rankings. Ele destaca ainda que as notas obtidas pelo professores não serão divulgadas o que afasta a possibilidade de classificação. "O resultado é um exame exclusivo do professor", disse à Agência Brasil. Haddad ressaltou que o exame "é endereçado a pessoas que queiram ingressar na rede, não para quem já está na rede pública", por isso não há porquê os professores que já estão atuando temerem a avaliação.
"A não ser que o professor queira mudar de rede porque, por exemplo, está insatisfeito com o seu salário. O objetivo do projeto é ampliar o horizonte do profissional. E uma prova é obrigatória para a entrada no concurso público", afirma.
Em 2011, a prova será destinada a docentes que tenham interesse em trabalhar com alunos dos primeiros anos do ensino fundamental e da educação infantil. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) será responsável pelo exame. A matriz dos conteúdos que serão cobrados na prova estará disponível para consulta pública no site do Inep ainda essa semana. Professores, universidades, estados e municípios podem opinar sobre o modelo da prova durante 45 dias. Logo depois, terá início o período de adesão das redes de ensino.
Haddad acredita que o instrumento pode ajudar a melhorar as condições salariais dos professores da rede pública. "O objetivo é aumentar o salário do professor, porque o professor bem formado vai ser disputado. Todo mundo quer atrair para sua rede os professores que tenham condição de mudar a realidade da escola pública do Brasil. Todo o projeto visa a valorização da carreira", defendeu o ministro.
TERRA.BLOGSPOT.COM
LIVROS DE GRAÇA! ACESSEM BIBLIOTECA DIGITAL
Cara amiga Vanda, peguei essa noticia no blog do Euler.
"LIVROS EM PDF - ISSO NINGUÉM DIVULGA
A REDE GLOBO NÃO DIVULGA NUNCA ! ! !
Uma bela biblioteca digital, desenvolvida em software livre, mas que
está prestes a ser desativada por falta de acessos.
Imaginem um lugar onde você pode gratuitamente:
· Ver as grandes pinturas de Leonardo Da Vinci ; · escutar músicas em
MP3 de alta qualidade;
· Ler obras de Machado de Assis Ou a Divina Comédia;
· ter acesso às melhores historinhas infantis e vídeos da TV ESCOLA
· e muito mais....
Esse lugar existe! O Ministério da Educação disponibiliza tudo isso,
basta acessar o site:
www.dominiopublico.gov.br
Só de literatura portuguesa são 732 obras!
Estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desativar o projeto por
desuso, já que o número de acesso é muito pequeno.
Vamos tentar reverter esta situação, divulgando e incentivando amigos,
parentes e conhecidos, a utilizarem essa fantástica ferramenta de
disseminação da cultura e do gosto pela leitura. Divulgue para o
máximo de pessoas!"
E-MAIL QUE RECEBI DO PROF. WANDER
"LIVROS EM PDF - ISSO NINGUÉM DIVULGA
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basta acessar o site:
www.dominiopublico.gov.br
Só de literatura portuguesa são 732 obras!
Estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desativar o projeto por
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Vamos tentar reverter esta situação, divulgando e incentivando amigos,
parentes e conhecidos, a utilizarem essa fantástica ferramenta de
disseminação da cultura e do gosto pela leitura. Divulgue para o
máximo de pessoas!"
E-MAIL QUE RECEBI DO PROF. WANDER
UM POUCO DE NOTÍCIAS DE SÃO JOÃO DEL REI
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Tudo sobre a Mineira Débora Lira - A Miss Brasil 2010
Débora Lyra, a representante mineira, foi eleita a Miss Brasil 2010, em concurso realizado na noite deste sábado no Memorial da América Latina, em São Paulo. Ela ainda venceu o prêmio de Melhor Traje Típico, o primeiro a ser entregue na noite. Em segundo lugar ficou a Miss Amazonas, seguida pelas misses Paraná (terceira colocada), Distrito Federal (quarta) e Paraíba (quinta).
Esta foi a oitava vez que a coroa de Miss Brasil vai para Minas Gerais. O Estado campeão segue sendo o Rio Grande do Sul, com dez conquistas, seguido por Rio, São Paulo e, agora, Minas, todos com oito.
Veja mais: - Vídeo de Débora Lira
Postado por João Paulo Guimarães às 05:08 0 comentários Links para esta postagem
sábado, 8 de maio de 2010
Modelo Internacional Camila Gouvêia - Do Bairro Senhor dos Montes para as riquezas do Oriente
Mais uma jovem são-jonanense realiza o seu sonho dourado se tornando uma modelo internacional. A jovem é Camila Gouvêa, 15 anos, 1,78 de altura, moradora do bairro Senhor dos Montes. Ela embarcou para o Oriente onde vai fazer trabalhos de modelo nos paises Malasia, Tailândia e China. Descoberta de Ramus Duarty a menina foi apresentada ao agente internacional de moda Ming Lião Tão que reconheceu em Camila potencial para o mercado de modelo.
Camila Gouvêa é filha do ex-vereador do PDT Camilo Gouvêa. O Pai corujão recebe telefonema da filha todos os dias. Este é um novo mundo que se descortina para a jovem Camila que cresceu nas ruas do bairro Senhor dos Montes, um dos mais pobres de São João del Rei.
Postado por João Paulo Guimarães às 12:14 0 comentários Links para esta postagem
IF
São João realiza vestibular para mais três cursos
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sudeste de Minas Gerais (IF)-Campus São João del-Rei abriu vagas para mais três novos cursos, com início das aulas previsto para o dia 27 de julho deste ano. As inscrições para o Processo Seletivo estão abertas até o dia 30 de maio, exclusivamente, pela internet no endereço http://consulta.tesouro.fazenda.gov.br/gru/gru_simples.asp.
O exame de seleção será no dia 13 de junho de 2010, das 8 às 12 horas. A divulgação do gabarito das provas será no dia 14 de junho e a lista dos aprovados será divulgada a partir do dia 25 de junho, pela internet, no sítio www.ifsudeste.edu.br.
A matrícula deverá ser efetuada de 28 de junho a 2 de julho de 2010, de 8 às 11 horas e de 13 às 17 horas, na Secretaria do Campus do IF Sudeste de MG Campus São João del-Rei, localizado na Rua do Patronato, s/n, Vila do Carmo (antigo CAIC).
Cursos e vagas
Especialização Pós-Técnico em Enfermagem do Trabalho – 30 vagas – Vespertino – Especialização Pós-Técnico – 6 meses
Técnico em Informática para Internet – 30 vagas – Vespertino - Concomitante a partir do 2° ano do Ensino Médio ou subseqüente – 1 ano
Técnico em Controle Ambiental – 30 vagas – Vespertino – Subsequente – 2 anos
Isenção
O valor da taxa de inscrição é de R$ 50. Mas será concedida isenção ao candidato que comprovar ser beneficiário do Programa Bolsa Família do Governo Federal. Já quem estudou em escola pública, nos últimos quatro anos, pagará R$ 25.
Mais informações poderão ser obtidas na secretaria do campus, pelo telefone (32) 3372–5367 ou pelos sites www.ifsudeste.edu.br ou www.sjdr.ifsudestemg.edu.br.
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Conselho Nacional de Justiça determina remoção de Juiz titular na Comarca de São João del Rei
Segundo publicação no jornal Folha das Vertentes o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou, na terça-feira, dia 4 de maio, a remoção compulsória do juiz da 1ª Vara Cível da Comarca de São João del-Rei, Carlos Pavanelli Batista. A decisão teve o parecer favorável de 12 dos 14 conselheiros presentes. Apenas os conselheiros Paulo Tamburini e Morgana Richa foram contrários. Tamburini defendeu a aplicação de censura ao juiz. O Tribunal de Justiça de Minas Gerais deverá remover Pavanelli Batista para outra comarca de entrância idêntica, porém não contígua ou pertencente a esta circunscrição. Leia mais.
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PARA VER FOTOS ENTRE NO LINK À DIREITA (ACIMA)
Tudo sobre a Mineira Débora Lira - A Miss Brasil 2010
Débora Lyra, a representante mineira, foi eleita a Miss Brasil 2010, em concurso realizado na noite deste sábado no Memorial da América Latina, em São Paulo. Ela ainda venceu o prêmio de Melhor Traje Típico, o primeiro a ser entregue na noite. Em segundo lugar ficou a Miss Amazonas, seguida pelas misses Paraná (terceira colocada), Distrito Federal (quarta) e Paraíba (quinta).
Esta foi a oitava vez que a coroa de Miss Brasil vai para Minas Gerais. O Estado campeão segue sendo o Rio Grande do Sul, com dez conquistas, seguido por Rio, São Paulo e, agora, Minas, todos com oito.
Veja mais: - Vídeo de Débora Lira
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sábado, 8 de maio de 2010
Modelo Internacional Camila Gouvêia - Do Bairro Senhor dos Montes para as riquezas do Oriente
Mais uma jovem são-jonanense realiza o seu sonho dourado se tornando uma modelo internacional. A jovem é Camila Gouvêa, 15 anos, 1,78 de altura, moradora do bairro Senhor dos Montes. Ela embarcou para o Oriente onde vai fazer trabalhos de modelo nos paises Malasia, Tailândia e China. Descoberta de Ramus Duarty a menina foi apresentada ao agente internacional de moda Ming Lião Tão que reconheceu em Camila potencial para o mercado de modelo.
Camila Gouvêa é filha do ex-vereador do PDT Camilo Gouvêa. O Pai corujão recebe telefonema da filha todos os dias. Este é um novo mundo que se descortina para a jovem Camila que cresceu nas ruas do bairro Senhor dos Montes, um dos mais pobres de São João del Rei.
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IF
São João realiza vestibular para mais três cursos
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sudeste de Minas Gerais (IF)-Campus São João del-Rei abriu vagas para mais três novos cursos, com início das aulas previsto para o dia 27 de julho deste ano. As inscrições para o Processo Seletivo estão abertas até o dia 30 de maio, exclusivamente, pela internet no endereço http://consulta.tesouro.fazenda.gov.br/gru/gru_simples.asp.
O exame de seleção será no dia 13 de junho de 2010, das 8 às 12 horas. A divulgação do gabarito das provas será no dia 14 de junho e a lista dos aprovados será divulgada a partir do dia 25 de junho, pela internet, no sítio www.ifsudeste.edu.br.
A matrícula deverá ser efetuada de 28 de junho a 2 de julho de 2010, de 8 às 11 horas e de 13 às 17 horas, na Secretaria do Campus do IF Sudeste de MG Campus São João del-Rei, localizado na Rua do Patronato, s/n, Vila do Carmo (antigo CAIC).
Cursos e vagas
Especialização Pós-Técnico em Enfermagem do Trabalho – 30 vagas – Vespertino – Especialização Pós-Técnico – 6 meses
Técnico em Informática para Internet – 30 vagas – Vespertino - Concomitante a partir do 2° ano do Ensino Médio ou subseqüente – 1 ano
Técnico em Controle Ambiental – 30 vagas – Vespertino – Subsequente – 2 anos
Isenção
O valor da taxa de inscrição é de R$ 50. Mas será concedida isenção ao candidato que comprovar ser beneficiário do Programa Bolsa Família do Governo Federal. Já quem estudou em escola pública, nos últimos quatro anos, pagará R$ 25.
Mais informações poderão ser obtidas na secretaria do campus, pelo telefone (32) 3372–5367 ou pelos sites www.ifsudeste.edu.br ou www.sjdr.ifsudestemg.edu.br.
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Conselho Nacional de Justiça determina remoção de Juiz titular na Comarca de São João del Rei
Segundo publicação no jornal Folha das Vertentes o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou, na terça-feira, dia 4 de maio, a remoção compulsória do juiz da 1ª Vara Cível da Comarca de São João del-Rei, Carlos Pavanelli Batista. A decisão teve o parecer favorável de 12 dos 14 conselheiros presentes. Apenas os conselheiros Paulo Tamburini e Morgana Richa foram contrários. Tamburini defendeu a aplicação de censura ao juiz. O Tribunal de Justiça de Minas Gerais deverá remover Pavanelli Batista para outra comarca de entrância idêntica, porém não contígua ou pertencente a esta circunscrição. Leia mais.
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PARA VER FOTOS ENTRE NO LINK À DIREITA (ACIMA)
UM POUCO DE NOTÍCIAS DE SÃO JOÃO DEL REI
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Tudo sobre a Mineira Débora Lira - A Miss Brasil 2010
Débora Lyra, a representante mineira, foi eleita a Miss Brasil 2010, em concurso realizado na noite deste sábado no Memorial da América Latina, em São Paulo. Ela ainda venceu o prêmio de Melhor Traje Típico, o primeiro a ser entregue na noite. Em segundo lugar ficou a Miss Amazonas, seguida pelas misses Paraná (terceira colocada), Distrito Federal (quarta) e Paraíba (quinta).
Esta foi a oitava vez que a coroa de Miss Brasil vai para Minas Gerais. O Estado campeão segue sendo o Rio Grande do Sul, com dez conquistas, seguido por Rio, São Paulo e, agora, Minas, todos com oito.
Veja mais: - Vídeo de Débora Lira
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sábado, 8 de maio de 2010
Modelo Internacional Camila Gouvêia - Do Bairro Senhor dos Montes para as riquezas do Oriente
Mais uma jovem são-jonanense realiza o seu sonho dourado se tornando uma modelo internacional. A jovem é Camila Gouvêa, 15 anos, 1,78 de altura, moradora do bairro Senhor dos Montes. Ela embarcou para o Oriente onde vai fazer trabalhos de modelo nos paises Malasia, Tailândia e China. Descoberta de Ramus Duarty a menina foi apresentada ao agente internacional de moda Ming Lião Tão que reconheceu em Camila potencial para o mercado de modelo.
Camila Gouvêa é filha do ex-vereador do PDT Camilo Gouvêa. O Pai corujão recebe telefonema da filha todos os dias. Este é um novo mundo que se descortina para a jovem Camila que cresceu nas ruas do bairro Senhor dos Montes, um dos mais pobres de São João del Rei.
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UFSJ REALIZA VESTIBULAR NO MEIO DESTE ANO
São João realiza vestibular para mais três cursos
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sudeste de Minas Gerais (IF)-Campus São João del-Rei abriu vagas para mais três novos cursos, com início das aulas previsto para o dia 27 de julho deste ano. As inscrições para o Processo Seletivo estão abertas até o dia 30 de maio, exclusivamente, pela internet no endereço http://consulta.tesouro.fazenda.gov.br/gru/gru_simples.asp.
O exame de seleção será no dia 13 de junho de 2010, das 8 às 12 horas. A divulgação do gabarito das provas será no dia 14 de junho e a lista dos aprovados será divulgada a partir do dia 25 de junho, pela internet, no sítio www.ifsudeste.edu.br.
A matrícula deverá ser efetuada de 28 de junho a 2 de julho de 2010, de 8 às 11 horas e de 13 às 17 horas, na Secretaria do Campus do IF Sudeste de MG Campus São João del-Rei, localizado na Rua do Patronato, s/n, Vila do Carmo (antigo CAIC).
Cursos e vagas
Especialização Pós-Técnico em Enfermagem do Trabalho – 30 vagas – Vespertino – Especialização Pós-Técnico – 6 meses
Técnico em Informática para Internet – 30 vagas – Vespertino - Concomitante a partir do 2° ano do Ensino Médio ou subseqüente – 1 ano
Técnico em Controle Ambiental – 30 vagas – Vespertino – Subsequente – 2 anos
Isenção
O valor da taxa de inscrição é de R$ 50. Mas será concedida isenção ao candidato que comprovar ser beneficiário do Programa Bolsa Família do Governo Federal. Já quem estudou em escola pública, nos últimos quatro anos, pagará R$ 25.
Mais informações poderão ser obtidas na secretaria do campus, pelo telefone (32) 3372–5367 ou pelos sites www.ifsudeste.edu.br ou www.sjdr.ifsudestemg.edu.br.
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Conselho Nacional de Justiça determina remoção de Juiz titular na Comarca de São João del Rei
Segundo publicação no jornal Folha das Vertentes o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou, na terça-feira, dia 4 de maio, a remoção compulsória do juiz da 1ª Vara Cível da Comarca de São João del-Rei, Carlos Pavanelli Batista. A decisão teve o parecer favorável de 12 dos 14 conselheiros presentes. Apenas os conselheiros Paulo Tamburini e Morgana Richa foram contrários. Tamburini defendeu a aplicação de censura ao juiz. O Tribunal de Justiça de Minas Gerais deverá remover Pavanelli Batista para outra comarca de entrância idêntica, porém não contígua ou pertencente a esta circunscrição. Leia mais.
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Tudo sobre a Mineira Débora Lira - A Miss Brasil 2010
Débora Lyra, a representante mineira, foi eleita a Miss Brasil 2010, em concurso realizado na noite deste sábado no Memorial da América Latina, em São Paulo. Ela ainda venceu o prêmio de Melhor Traje Típico, o primeiro a ser entregue na noite. Em segundo lugar ficou a Miss Amazonas, seguida pelas misses Paraná (terceira colocada), Distrito Federal (quarta) e Paraíba (quinta).
Esta foi a oitava vez que a coroa de Miss Brasil vai para Minas Gerais. O Estado campeão segue sendo o Rio Grande do Sul, com dez conquistas, seguido por Rio, São Paulo e, agora, Minas, todos com oito.
Veja mais: - Vídeo de Débora Lira
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sábado, 8 de maio de 2010
Modelo Internacional Camila Gouvêia - Do Bairro Senhor dos Montes para as riquezas do Oriente
Mais uma jovem são-jonanense realiza o seu sonho dourado se tornando uma modelo internacional. A jovem é Camila Gouvêa, 15 anos, 1,78 de altura, moradora do bairro Senhor dos Montes. Ela embarcou para o Oriente onde vai fazer trabalhos de modelo nos paises Malasia, Tailândia e China. Descoberta de Ramus Duarty a menina foi apresentada ao agente internacional de moda Ming Lião Tão que reconheceu em Camila potencial para o mercado de modelo.
Camila Gouvêa é filha do ex-vereador do PDT Camilo Gouvêa. O Pai corujão recebe telefonema da filha todos os dias. Este é um novo mundo que se descortina para a jovem Camila que cresceu nas ruas do bairro Senhor dos Montes, um dos mais pobres de São João del Rei.
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UFSJ REALIZA VESTIBULAR NO MEIO DESTE ANO
São João realiza vestibular para mais três cursos
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sudeste de Minas Gerais (IF)-Campus São João del-Rei abriu vagas para mais três novos cursos, com início das aulas previsto para o dia 27 de julho deste ano. As inscrições para o Processo Seletivo estão abertas até o dia 30 de maio, exclusivamente, pela internet no endereço http://consulta.tesouro.fazenda.gov.br/gru/gru_simples.asp.
O exame de seleção será no dia 13 de junho de 2010, das 8 às 12 horas. A divulgação do gabarito das provas será no dia 14 de junho e a lista dos aprovados será divulgada a partir do dia 25 de junho, pela internet, no sítio www.ifsudeste.edu.br.
A matrícula deverá ser efetuada de 28 de junho a 2 de julho de 2010, de 8 às 11 horas e de 13 às 17 horas, na Secretaria do Campus do IF Sudeste de MG Campus São João del-Rei, localizado na Rua do Patronato, s/n, Vila do Carmo (antigo CAIC).
Cursos e vagas
Especialização Pós-Técnico em Enfermagem do Trabalho – 30 vagas – Vespertino – Especialização Pós-Técnico – 6 meses
Técnico em Informática para Internet – 30 vagas – Vespertino - Concomitante a partir do 2° ano do Ensino Médio ou subseqüente – 1 ano
Técnico em Controle Ambiental – 30 vagas – Vespertino – Subsequente – 2 anos
Isenção
O valor da taxa de inscrição é de R$ 50. Mas será concedida isenção ao candidato que comprovar ser beneficiário do Programa Bolsa Família do Governo Federal. Já quem estudou em escola pública, nos últimos quatro anos, pagará R$ 25.
Mais informações poderão ser obtidas na secretaria do campus, pelo telefone (32) 3372–5367 ou pelos sites www.ifsudeste.edu.br ou www.sjdr.ifsudestemg.edu.br.
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Conselho Nacional de Justiça determina remoção de Juiz titular na Comarca de São João del Rei
Segundo publicação no jornal Folha das Vertentes o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou, na terça-feira, dia 4 de maio, a remoção compulsória do juiz da 1ª Vara Cível da Comarca de São João del-Rei, Carlos Pavanelli Batista. A decisão teve o parecer favorável de 12 dos 14 conselheiros presentes. Apenas os conselheiros Paulo Tamburini e Morgana Richa foram contrários. Tamburini defendeu a aplicação de censura ao juiz. O Tribunal de Justiça de Minas Gerais deverá remover Pavanelli Batista para outra comarca de entrância idêntica, porém não contígua ou pertencente a esta circunscrição. Leia mais.
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quinta-feira, 3 de junho de 2010
PAIS E PROFESSORES DISCUTEM LINGUAGEM UTILIZADA NA INTERNET
Pais e professores discutem linguagem utilizada na internet
02 de junho de 2010 • 16h56
"Kra, preciso flr c prof dps. Vamu cmg?" Esta frase, por incrível que pareça, está escrita em português. E a grande maioria dos leitores entende perfeitamente seu significado. Lugar comum em programas de bate-papo como MSN, Gtalk e torpedos de celular, o uso de abreviações para agilizar a escrita de mensagens é cada vez mais frequente. Por conta disso, pais e professores têm trabalhado seus significados de diferentes maneiras, em casa ou em sala de aula.
Uma das principais dificuldades dos educadores é entender o significado dos códigos utilizados neste tipo de comunicação. Professora de Língua Portuguesa do Ensino Fundamental, Letícia Bastos afirma que tem procurado discutir, em sala de aula, as diferenças entre a chamada norma formal ¿ ou culta ¿ da língua e a informal.
"Aos poucos, com o uso contínuo, nós professores acabamos nos adaptando a este novo código de linguagem e, por fim, encontrando formas de adaptar o uso em sala de aula", afirma.
Muitos estudiosos em todo o mundo também têm se preocupado com os rumos da linguagem nestes tempos de expansão da internet. Em seu livro ¿A revolução da linguagem¿, o professor honorário de lingüística da Universidade do País de Gales, David Crystal, explica que por mais que se mude a grafia das palavras, o objetivo de uma mensagem - ser entendido pela pessoa que a recebe - permanecerá inalterado.
Por causa do bate-papo na internet, a psicóloga Jessica Feydit tem redobrado a atenção aos trabalhos escolares e provas da filha, que cursa o oitavo ano do ensino fundamental. Segundo ela, a escola também vem se mostrando bem rígida na hora das correções, avaliando a Língua Portuguesa em todas as disciplinas.
"O Instituto Nicia Macieira, aque no Méier, é uma escola muito tradicional e tem tido muito cuidado com a maneira com que os alunos escrevem. No caso da Jade, a principal dificuldade é com a regras de acentuação, principalmente porque, na internet, esse não é um recurso utilizado" explica.
Para Letícia, ainda é difícil observar os benefícios da linguagem utilizada na internet (também conhecida, popularmente, como internetês) em sala de aula, principalmente por alunos em fase de alfabetização. Segundo ela, essas mudanças na língua podem ser prejudiciais, pois há uma tendência a escrever como se fala.
"É muito difícil tirar marcas de oralidade na escrita e a linguagem da Internet tem essas marcas, suprime as sílabas ao abreviar palavras".
Aluna do sétimo ano do ensino fundamental, a adolescente Tatiana Muniz, de 12 anos, utiliza as ferramentas de bate-papo na internet para se comunicar com os amigos. Fã de programas como o MSN, confessa que comete atrocidades com a Língua Portuguesa na rede, mas procura se policiar em sala de aula.
"Uma vez escrevi um 'axu', ao invés de acho, em um trabalho da escola. Fui repreendida pela professora, mas ela usou meu erro para falar de internet em sala de aula, para os outros alunos. Acho que esse é um jeito mais rápido de conversar com meus amigos, mas sei que na aula tenho que escrever direito", afirma.
Especialistas em linguística ainda não chegaram a um consenso sobre que tipos de mudança esta nova linguagem vai trazer para o bom e velho português (e outras línguas ao redor do mundo). A única certeza que se tem é que algumas alterações devem ser sentidas ao longo do tempo, o que é considerado perfeitamente normal, analisando-se a evolução da língua através dos tempos.
"Sempre há mudanças na língua, pois toda língua 'viva' sofre alteração constante. Sofre influência de palavras estrangeiras (que acabam se 'aportuguesando'), de gírias, de várias coisas. A Internet e sua linguagem também contribuirão para isso", finaliza Letícia.
BLOG:noticias.terra.com./educacao
02 de junho de 2010 • 16h56
"Kra, preciso flr c prof dps. Vamu cmg?" Esta frase, por incrível que pareça, está escrita em português. E a grande maioria dos leitores entende perfeitamente seu significado. Lugar comum em programas de bate-papo como MSN, Gtalk e torpedos de celular, o uso de abreviações para agilizar a escrita de mensagens é cada vez mais frequente. Por conta disso, pais e professores têm trabalhado seus significados de diferentes maneiras, em casa ou em sala de aula.
Uma das principais dificuldades dos educadores é entender o significado dos códigos utilizados neste tipo de comunicação. Professora de Língua Portuguesa do Ensino Fundamental, Letícia Bastos afirma que tem procurado discutir, em sala de aula, as diferenças entre a chamada norma formal ¿ ou culta ¿ da língua e a informal.
"Aos poucos, com o uso contínuo, nós professores acabamos nos adaptando a este novo código de linguagem e, por fim, encontrando formas de adaptar o uso em sala de aula", afirma.
Muitos estudiosos em todo o mundo também têm se preocupado com os rumos da linguagem nestes tempos de expansão da internet. Em seu livro ¿A revolução da linguagem¿, o professor honorário de lingüística da Universidade do País de Gales, David Crystal, explica que por mais que se mude a grafia das palavras, o objetivo de uma mensagem - ser entendido pela pessoa que a recebe - permanecerá inalterado.
Por causa do bate-papo na internet, a psicóloga Jessica Feydit tem redobrado a atenção aos trabalhos escolares e provas da filha, que cursa o oitavo ano do ensino fundamental. Segundo ela, a escola também vem se mostrando bem rígida na hora das correções, avaliando a Língua Portuguesa em todas as disciplinas.
"O Instituto Nicia Macieira, aque no Méier, é uma escola muito tradicional e tem tido muito cuidado com a maneira com que os alunos escrevem. No caso da Jade, a principal dificuldade é com a regras de acentuação, principalmente porque, na internet, esse não é um recurso utilizado" explica.
Para Letícia, ainda é difícil observar os benefícios da linguagem utilizada na internet (também conhecida, popularmente, como internetês) em sala de aula, principalmente por alunos em fase de alfabetização. Segundo ela, essas mudanças na língua podem ser prejudiciais, pois há uma tendência a escrever como se fala.
"É muito difícil tirar marcas de oralidade na escrita e a linguagem da Internet tem essas marcas, suprime as sílabas ao abreviar palavras".
Aluna do sétimo ano do ensino fundamental, a adolescente Tatiana Muniz, de 12 anos, utiliza as ferramentas de bate-papo na internet para se comunicar com os amigos. Fã de programas como o MSN, confessa que comete atrocidades com a Língua Portuguesa na rede, mas procura se policiar em sala de aula.
"Uma vez escrevi um 'axu', ao invés de acho, em um trabalho da escola. Fui repreendida pela professora, mas ela usou meu erro para falar de internet em sala de aula, para os outros alunos. Acho que esse é um jeito mais rápido de conversar com meus amigos, mas sei que na aula tenho que escrever direito", afirma.
Especialistas em linguística ainda não chegaram a um consenso sobre que tipos de mudança esta nova linguagem vai trazer para o bom e velho português (e outras línguas ao redor do mundo). A única certeza que se tem é que algumas alterações devem ser sentidas ao longo do tempo, o que é considerado perfeitamente normal, analisando-se a evolução da língua através dos tempos.
"Sempre há mudanças na língua, pois toda língua 'viva' sofre alteração constante. Sofre influência de palavras estrangeiras (que acabam se 'aportuguesando'), de gírias, de várias coisas. A Internet e sua linguagem também contribuirão para isso", finaliza Letícia.
BLOG:noticias.terra.com./educacao
LEI QUE TORNA BIBLIOTECAS OBRIGATÓRIAS SERÁ DESAFIO
Pesquisa: lei que torna bibliotecas obrigatórias será desafio
02 de junho de 2010 • 19h03
Municípios e Estados terão trabalho para cumprir a lei sancionada no dia 25 de maio, que determina que toda a escola pública e privada deve ter uma biblioteca até 2020. Segundo um estudo feito pelo movimento Todos pela Educação, somente o ensino fundamental terá que construir 25 bibliotecas por dia até o fim do prazo para se adequar à medida.
Os dados são baseados no Censo da Educação Básica de 2008. "Essa dificuldade é decorrente da falta de visão do Brasil sobre a importância da biblioteca. No mundo todo as bibliotecas são doadas por mantenedores que têm uma alegria imensa de poder doar um acervo", diz Luis Norberto, do Comitê Gestor do Todos pela Educação.
A Lei 1.244/2010 determina toda escola tenha um acervo de livros nas bibliotecas de pelo menos um título por aluno matriculado. Cabe à instituição adaptar o acervo conforme as necessidades, promovendo a divulgação, preservação e o funcionamento das bibliotecas escolares. As instituições de ensino terão dez anos para instalar os espaços destinados aos livros, material videográfico, documentos para consulta, pesquisa e leitura.
Ainda segundo a pesquisa, o país tem um déficit de 93 mil bibliotecas no ensino fundamental, sendo 89,7 mil de escolas públicas e 3,9 mil de estabelecimentos privados de ensino. Já na educação infantil, apenas 20% das escolas possuem acervo literário e será preciso instalar 21 bibliotecas novas por dia para cumprir a nova lei. A situação menos grave é do ensino médio, que precisará adotar a medida em apenas 3.471 colégios.
Envolvimento de todos Norberto defende que, além da ação dos gestores, será necessário o envolvimento de toda a sociedade no desafio. "A lei é uma direção, mas ela não faz nada. Nós, sociedade, é que devemos fazê-la funcionar. A tarefa não é só dos gestores, imagine se cada empresário doasse um acervo para uma escola, em dois anos o problema estava resolvido", diz.
O estudo do Todos pela Educação chama a atenção para outro fator que pode dificultar o cumprimento da lei: faltarão profissionais qualificados para trabalhar nesses espaços. A legislação estabelece que as bibliotecas devem ser administradas por especialistas da área - os bibliotecários. Mas, segundo levantamento da entidade, hoje há um total de 21,6 mil profissionais habilitados, enquanto o país conta com aproximadamente 200 mil escolas de educação básica.
Para Norberto, com a entrada obrigatória das crianças na educação infantil aos quatro anos, estabelecida por lei em 2009, e a implantação das bibliotecas, os alunos vão aprender a ler mais cedo. "É uma mudança radical e positiva. Daqui a dez anos, as crianças vão estar alfabetizadas aos 8 anos, é um futuro muito melhor", afirma.
NOTICIAS.TERRA.COM.BR/EDUCACAO
02 de junho de 2010 • 19h03
Municípios e Estados terão trabalho para cumprir a lei sancionada no dia 25 de maio, que determina que toda a escola pública e privada deve ter uma biblioteca até 2020. Segundo um estudo feito pelo movimento Todos pela Educação, somente o ensino fundamental terá que construir 25 bibliotecas por dia até o fim do prazo para se adequar à medida.
Os dados são baseados no Censo da Educação Básica de 2008. "Essa dificuldade é decorrente da falta de visão do Brasil sobre a importância da biblioteca. No mundo todo as bibliotecas são doadas por mantenedores que têm uma alegria imensa de poder doar um acervo", diz Luis Norberto, do Comitê Gestor do Todos pela Educação.
A Lei 1.244/2010 determina toda escola tenha um acervo de livros nas bibliotecas de pelo menos um título por aluno matriculado. Cabe à instituição adaptar o acervo conforme as necessidades, promovendo a divulgação, preservação e o funcionamento das bibliotecas escolares. As instituições de ensino terão dez anos para instalar os espaços destinados aos livros, material videográfico, documentos para consulta, pesquisa e leitura.
Ainda segundo a pesquisa, o país tem um déficit de 93 mil bibliotecas no ensino fundamental, sendo 89,7 mil de escolas públicas e 3,9 mil de estabelecimentos privados de ensino. Já na educação infantil, apenas 20% das escolas possuem acervo literário e será preciso instalar 21 bibliotecas novas por dia para cumprir a nova lei. A situação menos grave é do ensino médio, que precisará adotar a medida em apenas 3.471 colégios.
Envolvimento de todos Norberto defende que, além da ação dos gestores, será necessário o envolvimento de toda a sociedade no desafio. "A lei é uma direção, mas ela não faz nada. Nós, sociedade, é que devemos fazê-la funcionar. A tarefa não é só dos gestores, imagine se cada empresário doasse um acervo para uma escola, em dois anos o problema estava resolvido", diz.
O estudo do Todos pela Educação chama a atenção para outro fator que pode dificultar o cumprimento da lei: faltarão profissionais qualificados para trabalhar nesses espaços. A legislação estabelece que as bibliotecas devem ser administradas por especialistas da área - os bibliotecários. Mas, segundo levantamento da entidade, hoje há um total de 21,6 mil profissionais habilitados, enquanto o país conta com aproximadamente 200 mil escolas de educação básica.
Para Norberto, com a entrada obrigatória das crianças na educação infantil aos quatro anos, estabelecida por lei em 2009, e a implantação das bibliotecas, os alunos vão aprender a ler mais cedo. "É uma mudança radical e positiva. Daqui a dez anos, as crianças vão estar alfabetizadas aos 8 anos, é um futuro muito melhor", afirma.
NOTICIAS.TERRA.COM.BR/EDUCACAO
SOBRE FIM DO 13 SALÁRIO.
Emails apócrifos estão sendo enviados para diversas pessoas informando que a câmera dos deputados e o governo aprovou o fim do 13º salário.
O DIAP informa que são mentirosos. DIVULGUEM.
2 de Junho de 2010 - 15h13
Parlamentares voltam a alertar para e-mail falso sobre fim do 13°
O Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP) alertou, em informação publicada em seu site, para a volta de divulgação pela Internet de e-mails apócrifos dando conta de que a Câmara dos Deputados tenha aprovado o fim do 13º salário. "Mais uma vez volta a circular na Internet uma 'informação' que desinforma e desorganiza o debate no movimento sindical.
Trata-se de mensagem eletrônica que diz que foi aprovado na Câmara dos Deputados o fim do 13º salário. A mensagem é falsa e veiculada em períodos pré-eleitorais, a fim de desmoralizar o Congresso", diz o texto. No final de março de 2006, notícia semelhantes foi amplamente divulgada pela Internet.
O DIAP esclareceu que a proposição que mais se aproximou do tema foi o PL 5.483/01, enviado ao Congresso pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), e que tinha por finalidade alterar a CLT, mediante modificação no artigo 618, para permitir a prevalência do negociado sobre o legislado. Ou seja, o projeto autorizava que a negociação coletiva pudesse reduzir ou eliminar direitos trabalhistas. Mas o PL, que havia sido aprovado na Câmara e aguardava votação conclusiva no Senado, foi retirado de tramitação pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva logo no primeiro ano do primeiro mandato, portanto em 2003.
Resistência
O projeto, elaborado na gestão do ex-ministro do Trabalho e Emprego, ex-deputado e atual senador Francisco Dornelles (PP-RJ), apesar da grande resistência do movimento sindical e da luta do então deputado e atual senador Paulo Paim (PT-RS), foi aprovado na Câmara e enviado para apreciação do Senado. Nesta Casa, a matéria ainda chegou a tramitar sob o número de PLC 134/01.
A resistência e combate ao projeto na Comissão de Trabalho da Câmara foram grandes e a matéria não foi aprovada na comissão, o que obrigou o presidente da Câmara à época, deputado Aécio Neves (PSDB-MG), a avocar [chamar para si] o projeto para votação diretamente no plenário da Casa.
Entretanto, o presidente Lula, que havia assumido o compromisso de sustar a tramitação do projeto, enviou a Mensagem 78/03, pedindo o arquivamento do PLC 134. Assim, em sessão do dia 10 de abril de 2003, a mensagem foi lida e aprovada pelo plenário do Senado e o projeto definitivamente arquivado. "A "notícia", portanto, é falsa!", reafirma o Diap.
O vice-líder do governo no Congresso, Gilmar Machado (PT-MG), lembrou que ao contrário das notícias falsas o Governo Lula tem ampliado os direitos dos trabalhadores. "Estamos recuperando o salário mínimo, reafirmando direitos trabalhistas. Essa é a pauta, não a retirada de direitos. Essa fase de precarização de direitos foi derrotada com o neoliberalismo e com a era tucana", disse.
O deputado Paulo Rocha (PT-PA) reforçou a conquista dos direitos. "Não existe nada de retirada de direitos, não há nenhuma proposta de reforma trabalhista nem no governo nem na Câmara. Ao contrário, o país está crescendo e a visão do nosso governo é que o crescimento traga ganhos para o trabalhador em vez de retirada de direitos", disse.
O deputado Vicentinho (PT-SP) destacou que "se, de fato, houvesse alguma verdade nessa afirmação nós seríamos os primeiros a denunciar, porque somos os defensores dos trabalhadores. Essa é uma tentativa de informação negativa e sem cabimento. Quem está bem informado sabe que não é verdade", disse.
O DIAP informa que são mentirosos. DIVULGUEM.
2 de Junho de 2010 - 15h13
Parlamentares voltam a alertar para e-mail falso sobre fim do 13°
O Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP) alertou, em informação publicada em seu site, para a volta de divulgação pela Internet de e-mails apócrifos dando conta de que a Câmara dos Deputados tenha aprovado o fim do 13º salário. "Mais uma vez volta a circular na Internet uma 'informação' que desinforma e desorganiza o debate no movimento sindical.
Trata-se de mensagem eletrônica que diz que foi aprovado na Câmara dos Deputados o fim do 13º salário. A mensagem é falsa e veiculada em períodos pré-eleitorais, a fim de desmoralizar o Congresso", diz o texto. No final de março de 2006, notícia semelhantes foi amplamente divulgada pela Internet.
O DIAP esclareceu que a proposição que mais se aproximou do tema foi o PL 5.483/01, enviado ao Congresso pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), e que tinha por finalidade alterar a CLT, mediante modificação no artigo 618, para permitir a prevalência do negociado sobre o legislado. Ou seja, o projeto autorizava que a negociação coletiva pudesse reduzir ou eliminar direitos trabalhistas. Mas o PL, que havia sido aprovado na Câmara e aguardava votação conclusiva no Senado, foi retirado de tramitação pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva logo no primeiro ano do primeiro mandato, portanto em 2003.
Resistência
O projeto, elaborado na gestão do ex-ministro do Trabalho e Emprego, ex-deputado e atual senador Francisco Dornelles (PP-RJ), apesar da grande resistência do movimento sindical e da luta do então deputado e atual senador Paulo Paim (PT-RS), foi aprovado na Câmara e enviado para apreciação do Senado. Nesta Casa, a matéria ainda chegou a tramitar sob o número de PLC 134/01.
A resistência e combate ao projeto na Comissão de Trabalho da Câmara foram grandes e a matéria não foi aprovada na comissão, o que obrigou o presidente da Câmara à época, deputado Aécio Neves (PSDB-MG), a avocar [chamar para si] o projeto para votação diretamente no plenário da Casa.
Entretanto, o presidente Lula, que havia assumido o compromisso de sustar a tramitação do projeto, enviou a Mensagem 78/03, pedindo o arquivamento do PLC 134. Assim, em sessão do dia 10 de abril de 2003, a mensagem foi lida e aprovada pelo plenário do Senado e o projeto definitivamente arquivado. "A "notícia", portanto, é falsa!", reafirma o Diap.
O vice-líder do governo no Congresso, Gilmar Machado (PT-MG), lembrou que ao contrário das notícias falsas o Governo Lula tem ampliado os direitos dos trabalhadores. "Estamos recuperando o salário mínimo, reafirmando direitos trabalhistas. Essa é a pauta, não a retirada de direitos. Essa fase de precarização de direitos foi derrotada com o neoliberalismo e com a era tucana", disse.
O deputado Paulo Rocha (PT-PA) reforçou a conquista dos direitos. "Não existe nada de retirada de direitos, não há nenhuma proposta de reforma trabalhista nem no governo nem na Câmara. Ao contrário, o país está crescendo e a visão do nosso governo é que o crescimento traga ganhos para o trabalhador em vez de retirada de direitos", disse.
O deputado Vicentinho (PT-SP) destacou que "se, de fato, houvesse alguma verdade nessa afirmação nós seríamos os primeiros a denunciar, porque somos os defensores dos trabalhadores. Essa é uma tentativa de informação negativa e sem cabimento. Quem está bem informado sabe que não é verdade", disse.
domingo, 30 de maio de 2010
DIA 14 É O DIA "D" PARA GRUPO DE ESTUDOS DA EDUCAÇÃO ENTREGAR DOCUMENTO DA AVALIAÇÃO SALARIAL DOS EDUCADORES MINEIROS
Sexta-feira, 28 de maio de 2010 10:30 am
GRUPO DE TRABALHO DA EDUCAÇÃO TEM ATÉ DIA 14 PARA ENTREGAR ESTUDO
Está publicado no Diário Oficial a resolução que forma o grupo de trabalho para estudar os vencimentos básicos e a carreira salarial dos servidores da Educação.
O grupo é formado por oito pessoas. Duas da secretaria de Planejamento, duas da secretaria de Educação e quatro do Sind-Ute, numa composição igual entre as partes.
A resolução é do dia 26 passado, e o grupo tem 20 dias para concluir os trabalhos, portanto, até o dia 14 de junho, uma segunda-feira, véspera da estreia da seleção brasileira na Copa do Mundo da Africa do Sul.
Sei lá se isso tem algo a ver, mas é bom torcer pra que não atrapalhe em nada o trabalho...
Leia abaixo a íntegra da resolução.
RESOLUÇÃO CONJUNTA SEPLAG E SEE N.º 7.559 DE 26 DE MAIO DE 2010
Institui Grupo de Trabalho para realização de estudo para viabilizar a modificação dos vencimentos básicos e alteração do padrão remuneratório da carreira da educação de todos os servidores públicos da educação de Minas Gerais.
As Secretárias de Estado de Planejamento e Gestão e de Educação, no uso de suas atribuições, e considerando a necessidade de examinar e aperfeiçoar a estrutura remuneratória dos profissionais da educação,
RESOLVEM:
Art. 1º Fica instituído Grupo de Trabalho para realização de estudos para viabilizar a modificação dos vencimentos básicos e alteração do padrão remuneratório de todos os servidores públicos da educação de Minas Gerais.
Art. 2º O Grupo de Trabalho será composto pelos representantes indicados pelos Titulares das respectivas Secretarias de Estado e pela direção do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais - Sind-UTE MG, sob a coordenação geral da Secretaria de Estado de Educação:
I - representantes da SEE:
a) João Antônio Filocre Saraiva - MASP 444637- 3
b) Maria de Lourdes Carvalho - MASP 101306 - 9
II - representantes da SEPLAG:
a) Frederico César Silva Melo - MASP 1116776 - 4
b) Naide Souza de Albuquerque Roquette - MASP 293252 - 3
.
III - representantes do Sind-UTE MG:
a) Beatriz da Silva Cerqueira
b) Marilda de Abreu Araújo
c) Feliciana Alves Saldanha
d) Lecioni Pereira Pinto
Art. 3º O O Grupo de Trabalho deverá ouvir os diversos segmentos e entidades representativas dos servidores da área da educação e concluirá seus estudos no prazo de vinte dias, contados da data de publicação desta Resolução.
Art. 4º Fica revogada a Resolução Conjunta SEE, SEPLAG e SEF nº 1, de 19 de maio de 2010.
Art. 5º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
Belo Horizonte, aos 26 de maio de 2010.
RENATA MARIA PAES DE VILHENA
Secretária de Estado de Planejamento e Gestão
VANESSA GUIMARÃES PINTO
Secretária de Estado de Educação
GRUPO DE TRABALHO DA EDUCAÇÃO TEM ATÉ DIA 14 PARA ENTREGAR ESTUDO
Está publicado no Diário Oficial a resolução que forma o grupo de trabalho para estudar os vencimentos básicos e a carreira salarial dos servidores da Educação.
O grupo é formado por oito pessoas. Duas da secretaria de Planejamento, duas da secretaria de Educação e quatro do Sind-Ute, numa composição igual entre as partes.
A resolução é do dia 26 passado, e o grupo tem 20 dias para concluir os trabalhos, portanto, até o dia 14 de junho, uma segunda-feira, véspera da estreia da seleção brasileira na Copa do Mundo da Africa do Sul.
Sei lá se isso tem algo a ver, mas é bom torcer pra que não atrapalhe em nada o trabalho...
Leia abaixo a íntegra da resolução.
RESOLUÇÃO CONJUNTA SEPLAG E SEE N.º 7.559 DE 26 DE MAIO DE 2010
Institui Grupo de Trabalho para realização de estudo para viabilizar a modificação dos vencimentos básicos e alteração do padrão remuneratório da carreira da educação de todos os servidores públicos da educação de Minas Gerais.
As Secretárias de Estado de Planejamento e Gestão e de Educação, no uso de suas atribuições, e considerando a necessidade de examinar e aperfeiçoar a estrutura remuneratória dos profissionais da educação,
RESOLVEM:
Art. 1º Fica instituído Grupo de Trabalho para realização de estudos para viabilizar a modificação dos vencimentos básicos e alteração do padrão remuneratório de todos os servidores públicos da educação de Minas Gerais.
Art. 2º O Grupo de Trabalho será composto pelos representantes indicados pelos Titulares das respectivas Secretarias de Estado e pela direção do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais - Sind-UTE MG, sob a coordenação geral da Secretaria de Estado de Educação:
I - representantes da SEE:
a) João Antônio Filocre Saraiva - MASP 444637- 3
b) Maria de Lourdes Carvalho - MASP 101306 - 9
II - representantes da SEPLAG:
a) Frederico César Silva Melo - MASP 1116776 - 4
b) Naide Souza de Albuquerque Roquette - MASP 293252 - 3
.
III - representantes do Sind-UTE MG:
a) Beatriz da Silva Cerqueira
b) Marilda de Abreu Araújo
c) Feliciana Alves Saldanha
d) Lecioni Pereira Pinto
Art. 3º O O Grupo de Trabalho deverá ouvir os diversos segmentos e entidades representativas dos servidores da área da educação e concluirá seus estudos no prazo de vinte dias, contados da data de publicação desta Resolução.
Art. 4º Fica revogada a Resolução Conjunta SEE, SEPLAG e SEF nº 1, de 19 de maio de 2010.
Art. 5º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
Belo Horizonte, aos 26 de maio de 2010.
RENATA MARIA PAES DE VILHENA
Secretária de Estado de Planejamento e Gestão
VANESSA GUIMARÃES PINTO
Secretária de Estado de Educação
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